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Seminário discute 50 anos do golpe militar

7.3.2014  |  por Teatrojornal

Durante três noites, em 11/3, 12/3 e 25/3, terça, quarta e terça-feira, o palco do Teatro Sesc Anchieta, em São Paulo, será ocupado por sessões do seminário 1964: 50 anos depois. O encontro organizado em várias mesas combina autores de trabalhos clássicos no tema com pesquisadores que, em estudos recentes, propõem novos materiais e perspectivas ao debate.

O golpe de 1964 que depôs o presidente João Goulart (1919 1976) marcou a ruptura da construção do regime democrático no Brasil e a instauração de um governo militar que, em 21 anos, deixou marcas profundas na sociedade e na política.

Entre os participantes, a maioria ligada ao Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, o Cebrap, estão as organizadoras Miriam Dolhnikoff e Angela Alonso (ambas da USP), Ismail Xavier (USP), Heloisa Starling (UFMG), Marcos Nobre (Unicamp), Wanderley Guilherme dos Santos (UFRJ), José Carlos Dias (Comissão da Verdade), Paulo Vanucchi (Comissão de Direitos Humanos da OEA), Glenda Mazarobba (Comissão da Verdade), Fernando Henrique Cardoso (representando seu instituto), Francisco de Oliveira (USP), José Artur Giannotti (Cebrap), entre outros.

A peça ‘Roda viva’ (68) sofreu ataques anticomunistas

Em 2014, quando se completam 50 anos do golpe, esta iniciativa integra os esforços de fortalecimento das instituições democráticas atuais. Deseja manter viva a memória para quem vivenciou tal experiência, bem como transmitir às novas gerações uma discussão crítica desses acontecimentos. Contribuir para que fenômenos como o golpe de estado de 1964 não se repitam.

O seminário é iniciativa do Cebrap e do Sesc SP, sob patrocínio do BNDS e apoio do Instituto Moreira Salles.

Programação completa e condições de participação, aqui.

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