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Rumos Legado exibe peças e estimula grupos à reflexão crítica

13.11.2014  |  por Teatrojornal

De 12 a 16 de novembro, o encontro Rumos Legado se debruça sobre os acúmulos crítico, estético e político de sete edições do Próximo Ato – Encontro Internacional de Teatro Contemporâneo e da edição única do Rumos Teatro (2010-2012), anterior à conjunção de todas as áreas e formulação global do programa do Itaú Cultural, instituto realizador. A jornada é composta de três espetáculos; sete encontros em que grupos contemporâneos brasileiros compartilham experiências; e duas mesas que aprofundam o debate sobre a relação entre teatro e cidade e sobre modos de direção artística. Todas as atividades são gratuitas.

As peças, todas com origem no âmbito do Rumos Teatro, são: Santa Joana dos matadouros, o Brecht do Teatro Experimental de Alta Floresta, o Teaf (MT); Experimento: Os bem-intencionados, com o Lume Teatro (Campinas) e Joana – Babekan, abertura de processo do Teatro dos Narradores (São Paulo).

Os encontros entre os grupos têm duas vertentes. A série “Trocas Críticas”, em que grupos com linhas de atuação parecidas discutem suas práticas, traz diálogos entre Espanca! (MG) e Cia. Brasileira de Teatro (PR); Magiluth (PE) e Teatro do Concreto (DF); PeQuod (RJ) e Caixa do Elefante (RS), Lume Teatro e Opovoempé (SP); e Coletivo Angu de Teatro (PE) e Grupo Bagaceira de Teatro (CE).

A curadoria do Rumos Legado é da atriz e pesquisadora Maria Tendlau (SP), também mediadora de boa parte das mesas.

A série “Trocas de Experiência”, por sua vez, contrasta companhias de ações distintas, a partir do debate entre os grupos Clowns de Shakespeare (RN) e CiaSenhas de Teatro (PR) e os dramaturgos Grace Passô (MG), Lucienne Guedes (SP) e Pedro Vilela (PE), sob mediação de Kil Abreu (SP).

O Brecht do Teatro Experimental de Alta Floresta (MT)

Por fim, a série “Reflexões Críticas” expõe duas mesas. “Teatro na Rua, Teatro na Cidade” reúne as pesquisadoras Margarida Gandara Rauen (PR), Ana Maria Pacheco Carneiro (MG) e Michelle Cabral (MA), sob mediação de Kil Abreu, para uma discussão sobre as relações entre as artes cênicas e o espaço urbano, com base na atuação dos grupos Cia. Silenciosa (PR), O Imaginário (RO), ERRO Grupo (SC) e Será o Benidito?! (RJ). Já na mesa “Direção em Processo no Teatro de Grupo na Cia. dos Atores e na Cia. Os Fofos Encenam”, o também pesquisador José Fernando de Azevedo discute as diferenças entre estilos de direção artística.

Mais informações sobre a programação do Rumos Legado, aqui.

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