Nos últimos anos, questões relacionadas ao feminismo encontram cada vez mais espaços nas criações teatrais. Em Porto Alegre (RS), a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz vem se dedicando, ao longo da sua trajetória, a trabalhos que flertam diretamente com essa temática.

Convém, desde já, dizer que tomamos a definição de feminismo como luta por um modo de organização social em que as diferenças sexuais não se traduzam em relação de poder e onde as ditas qualidades femininas ou masculinas sejam atributo de todos os seres humanos (ALVES e PITANGUY). O diálogo da Tribo com essa temática se deve à marca de nascença desse coletivo: o ativismo político que repudia os valores dominantes e que almeja a transformação da sociedade.

A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz surgiu em 1978, a partir da percepção de uma desconexão do teatro com o momento político. Com o propósito de subverter a estrutura das salas de espetáculos, suas montagens rompem com o modelo palco italiano, ou seja, com a delimitação clássica entre palco e plateia. Além disso, também leva o teatro as ruas. Dessa forma, experimenta novas linguagens e cria uma estética própria, firmando-se como um marco na cena gaúcha.

Desde a sua criação, uma grande preocupação do grupo foi ter um espaço físico [1] para o desenvolvimento de sua pesquisa teatral. Esse espaço, que ao longo dos anos foi alterando nome e endereço, é chamado pelos “atuadores” de Terreira da Tribo. “Atuadores” é como os integrantes do grupo se autodenominam. A jornalista e atriz Sandra Alencar, em seu livro Atuadores da Paixão (1997), define que o termo “atuador” é uma junção do artista com o ativista político.

Desde a sua origem, o Ói Nóis busca romper com a sociedade patriarcal e com as formas de poder que ela representa, e isso se reflete em todo o seu processo de trabalho

Tendo como referência o Living Theatre, o Ói Nóis faz um teatro de contestação, com base nos preceitos de Antonin Artaud, Brecht e Grotowski. A Terreira da Tribo, seu centro de produção, ocupa lugar de destaque entre os espaços culturais do estado, sendo inclusive considerado Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura, desde 2014. O local também funciona como escola de formação de atores e como ponto de fomentação da criação artística.

Para se produzir um teatro feminista, os meios de produção e as parcerias de trabalho são essenciais. É preciso proporcionar um espaço onde homens e mulheres, respeitando as diferenças de cada um, tenham a mesma oportunidade de se desenvolverem como pessoa e artista.

Conforme afirma a diretora e professora da ECA/USP Ingrid Koudela, “para transformar a sociedade por meio do teatro, é indispensável modificar as estruturas do teatro, que são um reflexo das estruturas da sociedade”. Para isso, a organização da Tribo é baseada no trabalho coletivo, tanto na produção das atividades teatrais, como na manutenção do espaço. Cada atuador, portanto, é um “cocriador”.  Desde a sua origem, o Ói Nóis busca romper com a sociedade patriarcal e com as formas de poder que ela representa, e isso se reflete em todo o seu processo de trabalho.

Ostal, criação a partir da qual o feminismo se impõe no trajeto do grupoClaudio Etges

Arlete Cunha em Ostal: peça sedimenta o feminismo como tema

Paulo Flores, o único dos fundadores que se mantém no grupo, reforça que o próprio nome da Terreira é um feminino de Terreiro. Ele aponta que o Ói Nóis estava inserido em um contexto em que o feminismo eclodia nas universidades. Assim, podemos perceber que as questões feministas estão entranhadas na formação mesma do grupo e, naturalmente, nas suas produções.

Dentre as peças do Ói Nóis, selecionamos um recorte das montagens de sala, denominados pelo grupo de Teatro Vivência. Nesse tipo de espetáculo, a ambientação cênica permite que o espectador seja afetado pelo contato direto com a ação do ator e que isso proporcione um encontro transformador. Em total de 23 trabalhos deste recorte, vamos abordar 13 espetáculos – os mais significativos em abordagens feministas.

Podemos observar que o encontro com a temática do feminismo se dá a partir da montagem A bicicleta do condenado (1978), com texto de Fernando Arrabal, que apresenta a personagem Tasla (Maluh Baumgarten), uma mulher que trabalha para esse sistema de força sem, no entanto, concordar com suas leis. Ainda que o protagonista seja Viloro, um músico que representa a metáfora do artista sendo cerceado, Tasla tem um papel de resistência dentro da montagem.

Em Ensaio selvagem (1979), com texto de José Vicente, a mulher já aparece como protagonista. Brown Sugar (Ellen Nara e Maluh Baumgarten) é uma estrela de cinema e teatro brasileira que se deixa dominar pelo imperialismo, mas ganha consciência e, ao final, se rebela.

Kassandra in process: mito sob nova perspectivaJorge Etecheber

Tânia Farias em Kassandra in process: mito sob nova perspectiva

No espetáculo Ananke, a luta pela vida (1980), a figura da mulher fica ainda mais evidente. Ela é representada por uma jovem (Rossana Rosa) que é moldada pelas regras familiares que estão inseridas em um contexto patriarcal. A sua liberdade ocorre por meio do encontro com a Mulher da Rua (Eleonora Rosa).

Já o espetáculo A visita do presidenciável ou os morcegos estão comendo os abacates maduros (1984) está contextualizado no momento político brasileiro da redemocratização, quando o povo está pedindo Diretas Já! Entre as diversas histórias do enredo marcado pela crítica à classe média – que apoiou o golpe de 64 e, apenas quando perde seus privilégios, sai às ruas pelas Diretas Já –, estava o drama de Alice (Beatriz Britto), que nasceu exatamente no dia do golpe, 1 de abril de 1964, e vive perturbada com seus conflitos íntimos.

No entanto, segundo Paulo Flores, em entrevista concedida a esta autora, a temática feminista será determinante a partir do espetáculo Ostal (1987). Com livre adaptação do texto de Aldo Rostagno, do grupo italiano Cfr., a produção mostra a esquizofrenia como uma doença do processo de adaptação social que o indivíduo sofre desde o nascimento. Isso pela perspectiva de uma mulher (Arlete Cunha).

Na mesma linha feminista, podemos citar o espetáculo Antígona – Ritos de paixão e morte (1990)[2]. Ele inaugura o projeto Raízes do Teatro, que estuda as origens ritualísticas da arte teatral. A principal característica dessa investigação é o tratamento especial dado à mitologia. A releitura de diferentes versões dos mitos é aliada a uma pesquisa cênica para atualizá-los. A dramaturgia é composta por diversos autores, e o texto principal utilizado é o de Sófocles, que mostra a saga de Antígona (Beatriz Britto) para enterrar seu irmão. No espetáculo, ganha destaque o rito do sepultamento, que deixa em evidência a figura da mulher que não se resigna.

Já o espetáculo A morte e a donzela (1997) inaugura a presença efetiva de Tânia Farias nas peças do Ói Nóis, que, ao longo de sua carreira, vai atuar em papéis nos quais a figura da mulher é protagonista. Farias começou seu envolvimento com o grupo em 1993, no qual ela ocupa um papel de liderança ao lado de Paulo Flores, fundador do coletivo.

A montagem é baseada no texto de Ariel Dorfman e Armand Mattelart, autores de Para ler o pato Donald. Nessa peça é retratado o uso da tortura pelas ditaduras militares. Paulina (Tânia Farias) foi diversas vezes violentada e busca justiça por suas próprias mãos. Ela acredita ter encontrado, após 15 anos, o homem que a torturou. A peça está situada no momento da redemocratização. Em cena, Farias estava acompanhada de mais dois atores: Julio Saraiva e Paulo Flores.

Medeia vozes: versão antiga do mitoPedro Isaias Lucas

Medeia vozes: versão antiga  propicia outra percepção do mito

A atriz enfatiza a importância desse trabalho: “Eu era uma mulher entre dois homens. Como é que no processo criativo tu impõe o teu espaço? Porque tu está ali com dois homens que, por melhor que sejam maravilhosos e são, certamente é uma coisa que a gente tem que brigar todo dia porque está na gente, é cultural. Acho que também teve esse momento mulher criadora que tem que se colocar para abrir espaço para isso, para o seu fazer.”

Também podemos apontar outro espetáculo que traz como protagonista uma mulher: Hamlet Máquina (1999), do alemão Heiner Muller. Estruturada em cinco cenas e inspirada em Hamlet, de William Shakespeare, a peça encena catástrofes da história e da cultura ocidental, além da crise do artista e intelectual.  Farias atua como Ofélia, personagem que ganha o protagonismo nessa trama como vítima do jogo patriarcal de vingança e poder. De acordo com ela, “Ofélia é a mulher que rompe os instrumentos do seu cativeiro doméstico e fala de homens que se serviram do seu corpo.”

Uma das experiências pessoais que Tânia menciona é o fato de que o texto foi encenado ao mesmo tempo em que a Terreira da Tribo lutava para não ser despejada de sua sede pelo aumento do aluguel e pela negativa da prefeitura municipal (um governo de esquerda) em auxiliar o grupo. O embate para a atuadora era, então, fora e dentro do palco.

Até este momento, vemos representações de um teatro feminista em textos escritos por homens. Com o espetáculo Aos que virão depois de nós, Kassandra in process (2002) [3] – que também integra o projeto Raízes do Teatro –, inverte-se essa lógica. O texto principal é da autora alemã Christa Wolf. Wolf considera as tragédias gregas uma visão masculina, então, ela reescreve Kassandra sob uma nova perspectiva, conforme comenta a professora Rosvitha Friesen Blume: “Tomando como fontes a Ilíada de Homero e a Oréstia de Ésquilo, Wolf eleva Kassandra a personagem central em sua releitura do mito, uma mulher em busca da autonomia. A Kassandra de Wolf é uma mulher que não aceita passivamente o papel que lhe é imposto pela sociedade troiana, buscando sua libertação através do cargo de sacerdotisa e do dom da vidência.”

Depois, em 2006, o Ói Nóis retorna ao autor Heiner Muller com A missão – Lembrança de uma revolução. A peça conta a história de uma revolta de escravos a partir de três revolucionários franceses: um nobre, um camponês e um ex-escravo. Eles são enviados à Jamaica (na época colônia inglesa) para liderar a revolta.

O jornalista e pesquisador Newton Silva explica como a questão de gênero entrou na trama: “Uma dessas referências que o grupo pinçou da “caixinha” foi determinante para definir uma importante questão de gênero da poética da encenação: a música de John Lennon Woman is the nigger of the world (A mulher é o negro do mundo). A partir dessa canção, o grupo decidiu que todos os negros da peça seriam representados por mulheres, como o coro de escravos e o próprio revolucionário Sasportas, personagem que foi destinado a Tânia Farias.”

Performance Onde? Ação nº 2, desdobramento de Viúvas - Performance sobre a ausênciaPedro Isaias Lucas

Performance Onde? Ação nº 2, desdobramento de Viúvas – Performance sobre a ausência

Já na montagem Viúvas – Performance sobre ausência (2011), a personagem principal, Sophia, representa todas as mulheres que perderam um ente querido para a repressão.  Ela lidera um grupo de mulheres que lutam pelo direito de saber onde estão os corpos dos homens que desapareceram ou foram mortos pela ditadura. Nesta produção, o Ói Nóis volta ao texto de Ariel Dorfman, em parceria com Tony Kushner. Para chegar ao local da apresentação, os espectadores trafegam até um clube náutico na Zona Sul de Porto Alegre e lá tomam um barco que irá conduzi-los até a Ilha das Pedras Brancas ou Ilha do Presídio, local que, nas décadas de 1960 e 1970, durante a ditadura militar, era o destino de presos políticos.

Tânia acredita que, nesse trabalho, é possível identificar várias camadas de opressão da mulher: “Tu tens a Sofia, que é essa mulher forte, lutadora, que vem de um contexto em que os homens foram todos eliminados e que restaram as mulheres, imaginando que as mulheres não têm força para perpetuar uma ideia mais avançada de sociedade que pode transformar esses países. Então as mulheres podem ficar porque está subentendido que elas não são uma ameaça porque os homens foram assassinados e desaparecidos. Sophia é uma mulher que exige que digam onde estão os corpos dos desaparecidos. Ao mesmo tempo, representa a mulher do campo. Você começa a entender que são muitas camadas, porque a opressão está colocada, Os pobres são oprimidos no mundo inteiro, mas imagine a mulher pobre. Os negros são oprimidos, mas imagina a mulher negra. As mulheres são oprimidas, imagine as mulheres do campo. Então, a Sofia é uma mulher do campo, originária, latino-americana; quantas camadas de opressão tu tem sobre essa mulher?”

E o mais recente trabalho do Ói Nóis, Medeia vozes (2013), retoma a autora Christa Wolf. O espetáculo, que integra o projeto Raízes do Teatro, tem como principal referência o romance homônimo (2013) de Wolf. O novo espetáculo da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz parte do mito de Medeia. A personagem que o coletivo de artistas apresenta aos espectadores é muito diferente daquela presente na obra de Eurípedes. Por mais de dois mil anos, uma das mais poderosas mulheres da mitologia grega sempre foi acusada de atrocidades, como matar seu irmão Apsirto para fugir com Jasão. Outro crime imputado a Medeia é a morte de seus filhos, crime que teria cometido com o intuito de causar o máximo de dor a Jasão.

Assim como em Kassandra, Christa Wolf descontrói e reconstrói a personagem da mitologia grega. Em Medeia vozes, a autora retoma uma versão antiga e desconhecida do mito, apresentando uma mulher que não cometeu nenhum dos crimes de que Eurípides a acusa. Na Medeia de Wolf ela é uma asiática, a estrangeira estigmatizada na Grécia, excluída e alvo de acusações infundadas, versão que altera a percepção do espectador sobre o mito.

Por fim, quase todas as personagens que trazem a mulher como protagonista, vividas por Tânia Farias, estão no trabalho solo de desmontagem cênica Evocando os mortos – Poéticas da experiência (2013). A desmontagem como procedimento artístico-pedagógico traz, na base de discussão de seu projeto, a memória de suas edições anteriores [4]. Nesse trabalho, Tânia busca fazer o percurso de volta a lugares e sensações passadas. Assim, ela revisita em cena personagens dos espetáculos Viúvas – Performance sobre a ausência; A missão – Lembrança de uma revolução; Kassandra in process; e Hamlet máquina.

Ao longo da trajetória do Ói Nóis, sempre foi prioridade dar voz aos oprimidos. Dessa forma, foram levadas à cena diversas mulheres protagonistas. Essas mulheres são apresentadas ao público de forma que haja uma desconstrução do feminino, entendendo esse feminino como a definição de comportamentos impostos às mulheres em uma sociedade patriarcal. Com isso, o intuito do grupo é fazer com que o papel da mulher seja repensado.

É importante reiterar que a criação e a gestão coletivas colaboram para instaurar um ambiente de oportunidades iguais para homens e mulheres. Inclusive as atuadoras da Tribo passam a ocupar lugares de destaque dentro do coletivo, como Arlete Cunha e Beatriz Britto no final dos anos 1980 e início dos anos 1990; e Tânia Farias a partir dos anos 2000.

A história do teatro é formada, em sua maioria, por homens. Basta ver que as posições consideradas de poder no fazer teatral moderno, como a dramaturgia e a direção. Dar voz a essas protagonistas é, então, poder reescrever o lugar da mulher frente às criações teatrais.

Podemos perceber que em grande parte dos espetáculos do Ói Nóis, que a mulher representa a busca por alteração do sistema político, econômico ou social imposto. Refazer esse trajeto ajuda a compreender como o feminismo foi sendo apropriado pelo grupo ao longo das décadas, por meio das escolhas dos temas e da valorização dos personagens, especialmente a partir dos anos 1980, seja pelo modo de organização – anarquismo, ausência de chefes, divisão de tarefas e figura do atuador. O ápice da abordagem feminista se dá a partir do encontro do coletivo com os textos de Christa Wolf, primeiro Kassandra, depois com Medeia.

Através do processo historiográfico das artes lançamos luz sobre o passado para a compreensão do presente e projeção do futuro. É desejável que o Ói Nóis Aqui Traveiz  siga provocando novas formas de pensar as questões relacionadas a mulher. Quem sabe assim, a cultura machista tão arraigada no estado do Rio Grande do Sul possa, ao menos, em espaços mais plurais encontrar fortes combatentes dela.

.:. Escrito no contexto do projeto Crítica Militante, iniciativa do site Teatrojornal – Leituras de Cena contemplada no edital ProAC de “Publicação de Conteúdo Cultural”, da Secretaria do Estado de São Paulo.

Notas:

[1] O Ói Nóis já esteve em cinco diferentes espaços em Porto Alegre: Teatro Ói Nóis Aqui Traveiz, Rua Ramiro Barcelos, 485 – Bairro Floresta (de 1978 a 1979); Casa Para Aventuras Criativas,  Rua Ramiro Barcelos, 228 – Bairro Floresta (de 1980 a 1982); Terreira da Tribo, Rua José do Patrocínio, 527 – Bairro Cidade Baixa (de 1984 a 1999); Terreira da Tribo, Rua Dr. João Inácio, 981 – Bairro Navegantes (de 1999 a 2008); Terreira da Tribo, Rua Santos Dumont, 1186 – Bairro São Geraldo (de 2009 a 2016). Em 2008 o grupo ganhou um terreno da Prefeitura Municipal, mas as obras começaram somente este ano, com previsão de conclusão em dezembro de 2017. Até lá o grupo segue pagando aluguel como fez em toda a sua trajetória.

[2] Fazem parte também do projeto Raízes do Teatro os espetáculos Missa para Atores e Público sobre a Paixão e o Nascimento do Dr. Fausto de Acordo com o Espírito de Nosso Tempo (1994); Aos Que Virão Depois de Nós — Kassandra in Process (2002); e Medeia Vozes (2014).

[3] A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz recebe o Prêmio Shell na Categoria Especial pela Pesquisa e Criação Coletiva e por Melhor Trilha Original de Johann Alex de Souza. Tânia Farias é indicada ao Prêmio Shell de Melhor Atriz pelo papel de Kassandra. O espetáculo também foi vencedor do Prêmio Açorianos de Porto Alegre nas categorias Melhor Espetáculo, Produção, Trilha Sonora e Atriz Coadjuvante.

[4] A “desmontagem” é um tema bastante pesquisado pela cubana Ileana Diéguez, radicada no México. Ela vem explorando o tema em alguns anos de atividades com artistas na Universidad Autónoma Metropolitana (UAM-Cuajimalpa), no México, e publicou o livro Des/tejiendoescenas. Desmontajes: processo de investigatión y creación (ano).

Referências:

ALENCAR, Sandra. Antígona – ritos de paixão e morte.  In: TROTTA, Rosyane (Org.). Ói Nóis Aqui Traveiz: a história através da crítica. Porto Alegre: Ói Nóis Aqui Traveiz, 2012.

ALVES, Branca Moreira; PITANGUY, Jacqueline. O que é feminismo. São Paulo: Brasiliense, 1991.

BLUME, Rosvitha Friesen Blume. Kassandra: releituras e reverberações do mito. In: Revista Interdisciplinar, ano 3, v. 7, nº. 7, Jul/Dez de 2008. Disponível in: aqui.

FLORES, Paulo; FARIAS, Tânia (Orgs.). Ói Nóis Aqui Traveiz: poéticas de ousadia e ruptura. Porto Alegre: Terreira da Tribo Produções Artísticas, 2013.

KOUDELA, Ingrid. Uma tribo em processo. In: SANTOS, Valmir (Org.). Aos que virão depois de nós: Kassandra in process, o desassombro da utopia. Porto Alegre: Oi Ói Nóis Aqui Traveiz, 2004. pp. 188-189.

SILVA, Newton Pinto da. Arquivo vivo: memórias do corpo na cena. In: Revista Cavalo Louco, 2015, pp. 58-60.