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Autoria

Professor do Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília, jornalista, escritor e compositor. Entre 2001 e 2016, publicou Retratos de mulher (poesia; Varanda); Zé – peça em um ato, adaptação em verso do Woyzeck, de Büchner (É Realizações); o livro-CD Últimos – comédia musical (Perspectiva); Contos canhotos (LGE); A comicidade da desilusão: o humor nas tragédias cariocas de Nelson Rodrigues (ensaio; UnB/Ler); Com os séculos nos olhos: teatro musical e político no Brasil dos anos 1960 e 1970 (ensaio; Perspectiva) e A província dos diamantes: ensaios sobre teatro (Autêntica/Siglaviva). Autor das canções do CD De cor, da cantora Wilzy Carioca. Tem trabalhos nos jornais Correio Braziliense e O Globo e na revista Folhetim, entre outros. Na internet, colaborou, por exemplo, em Miscelânea, Moringa e Germina. Doutor em literatura brasileira pela UnB com tese sobre teatro musical.

Entrevista

Foto: Autor não identificado/Instituto Moreira Salles

Décio revisitado

11 de agosto 2017 |
por Fernando Marques • Brasília

Pude entrevistar o crítico e historiador teatral Décio de Almeida Prado (1917-2000) em três ocasiões. A primeira delas foi quando se completavam cem anos da morte de Alexandre Dumas Filho (1824-1895), autor da célebre A dama das camélias, peça que em meados do século XIX agitou a cena francesa ao misturar passionalidade romântica à franqueza realista. Leia mais

Crítica

Foto: Filipe Ferreira

A arte é neta de Deus?

23 de maio 2017 |
por Fernando Marques • Brasília

Em Lisboa

As imagens em preto e branco projetadas ao fundo da cena misturam, à esquerda, pessoas em trajes comuns a outras portando chapéus extravagantes, como os que serão usados no espetáculo. À direita, prédios assinalam a cidade. Estacas de metal, verticais, tomam grande parte do palco para compor o ambiente de Inferno, uma das três seções do poema épico A divina comédia, de Dante Alighieri (1265-1321). A primeira jornada do poema transforma-se em montagem da companhia portuguesa O Bando, sob a direção de João Brites. Leia mais

Crítica

Foto: Filipe Ferreira/TNDM II

Crônica da crise

29 de abril 2017 |
por Fernando Marques • Brasília

Em Lisboa

Falo sobre dois espetáculos completamente diferentes entre si, vistos há poucos dias na capital portuguesa. No Teatro Nacional D. Maria II, Bacantes – prelúdio para uma purga anuncia-se como feito “a partir de Eurípides”. O anúncio parece paródico ou irônico: o espetáculo, ai de nós, nada tem daquele autor grego. Leia mais

Crítica

Foto: João Caldas

Com o traquejo de mestre Dias Gomes

16 de fevereiro 2017 |
por Fernando Marques • Brasília

Em São Paulo

O artigo que se segue vai correr um pouco em zigue-zague, mas garanto que não bebi nada, nem água. O propósito é o de falar sobre Roque Santeiro, comédia de Dias Gomes com direção de Débora Dubois e músicas de Zeca Baleiro, relacionando o espetáculo a seu entorno recente e, ainda, às décadas de 1960 e 1970. Esse período pródigo em musicais teve em Dias Gomes um de seus autores mais atuantes. Vamos? Leia mais

Artigo

Foto: Ricardo Gaspar

Gullar, poesia, teatro, pensamento

22 de dezembro 2016 |
por Fernando Marques • Brasília

Ao comentar a obra de Ferreira Gullar em artigo de 2004, falamos nas “alterações de rota sucessivas, no que se pode chamar de incoerência produtiva, dialética”. Essas mudanças de rumo ressaltam na trajetória do poeta, crítico de arte e literatura, cronista e dramaturgo José Ribamar Ferreira. Leia mais

Crítica

Foto: Emília Silberstein

A personagem vive

09 de setembro 2016 |
por Fernando Marques • Brasília

Antes de chegar a Trinta gatos e um cão envenenado, espetáculo mostrado recentemente em Brasília, que voltará em novembro, algumas reflexões vadias sobre teatro. Pode ser? Leia mais

Artigo

Foto: Acervo pessoal

Saudação a Sábato

02 de agosto 2016 |
por Fernando Marques • Brasília

Mineiro de Belo Horizonte que se mudou para o Rio de Janeiro em 1948, radicado em São Paulo desde 1953, jornalista, professor, autor de 18 livros, o crítico e historiador de teatro Sábato Magaldi (1927-2016) morreu a 14 de julho, aos 89 anos. Importa delinear sua figura, situando-a na paisagem das ideias. Mas devemos evitar o tom melancólico: trata-se de uma vida plenamente realizada. Há pessoas que a morte não dobra, e Sábato acha-se nesse caso. Leia mais

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