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Autoria

Professor do Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília, jornalista, escritor e compositor. Entre 2001 e 2016, publicou Retratos de mulher (poesia; Varanda); Zé – peça em um ato, adaptação em verso do Woyzeck, de Büchner (É Realizações); o livro-CD Últimos – comédia musical (Perspectiva); Contos canhotos (LGE); A comicidade da desilusão: o humor nas tragédias cariocas de Nelson Rodrigues (ensaio; UnB/Ler); Com os séculos nos olhos: teatro musical e político no Brasil dos anos 1960 e 1970 (ensaio; Perspectiva) e A província dos diamantes: ensaios sobre teatro (Autêntica/Siglaviva). Autor das canções do CD De cor, da cantora Wilzy Carioca. Tem trabalhos nos jornais Correio Braziliense e O Globo e na revista Folhetim, entre outros. Na internet, colaborou, por exemplo, em Miscelânea, Moringa e Germina. Doutor em literatura brasileira pela UnB com tese sobre teatro musical.

Resenha

Foto: Reprodução

A morte é fértil

20 de julho 2016 |
por Fernando Marques • Brasília

O sentido instável, múltiplo, das representações da morte na obra oceânica de William Shakespeare (1564-1616) é o assunto de Shakespeare’s dead (Shakespeare está morto), livro de Simon Palfrey e Emma Smith, professor de Literatura Inglesa e professora de Estudos Shakespearianos, ambos da Universidade de Oxford. Leia mais

Artigo

Foto: Theo Szczepanski

Da inexistência de Deus

17 de junho 2016 |
por Fernando Marques • Brasília

Pode-se dizer da literatura – a dramaturgia, a ficção, a poesia – o que Drummond disse do amor: a palavra literária, assim como o sentimento amoroso, “não consola nunca de núncaras”. Ela se destina a fazer perguntas, mais do que a oferecer respostas, conforme sabemos. O próprio ato de indagar, no entanto, revela-se alentador porque, mesmo sem soluções à vista, já é alguma coisa reconhecer e elaborar certos problemas essenciais.

Foi assim com o dramaturgo William Shakespeare (1564-1616), com o romancista Machado de Assis (1839-1908) e com o poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), que lemos aqui em três de seus textos mais famosos e substantivos. Leia mais

Artigo

Foto: Miramax Films

A Guanabara de Gonzalo

14 de abril 2016 |
por Fernando Marques • Brasília

As relações entre o dramaturgo inglês William Shakespeare (1564-1616) e o pensador francês Michel de Montaigne (1533-1592), autor dos Ensaios, evidenciam-se em passagem breve, mas significativa, da comédia A tempestade, uma das últimas obras de Shakespeare, datada de 1611.[i] Os dois escritores prefiguram uma consciência política moderna, com os valores éticos a ela associados. Leia mais

Crítica

Foto: Ricardo Padue

Os ‘Meninos da guerra’ por eles mesmos

17 de agosto 2015 |
por Fernando Marques • Brasília

Gostaria de caminhar um pouco à volta do teatro político no país, antes de chegar ao comentário do comovente espetáculo Meninos da guerra, feito a partir de depoimentos de garotos e garotas em situação de rua ou residentes em abrigos no Distrito Federal. Leia mais

Artigo

Foto: Walter Firmo/AJB - Site Nara Leão

O teatro musical (e político) no Brasil

22 de março 2015 |
por Fernando Marques • Brasília

O teatro musical brasileiro não nasceu ontem, mas há pelo menos 155 anos. Começamos pela revista, uma das espécies do gênero musical. O primeiro espetáculo de revista escrito e encenado no país chamou-se As surpresas do senhor José da Piedade, texto de Figueiredo Novaes. A peça ficaria em cartaz por apenas três dias, tendo sido proibida por atentar contra a moralidade das famílias, no Rio imperial de 1859. Leia mais

Crítica

Foto: Pedro Soares

Impressões portuguesas

23 de dezembro 2014 |
por Fernando Marques • Brasília

Dou a estas impressões o tom pessoal que meras impressões costumam implicar. Falo aqui sobre teatro em Portugal, mas nem de longe considero que as cinco ou seis vezes que fui ao país bastem para ter e transmitir, dos espetáculos e textos que se produzem lá, uma ideia ampla ou assertiva. Posso garantir, no entanto, que são impressões anotadas com interesse genuíno. Leia mais

Crítica

Foto: Junior Aragão

Fontes vivas em cenas e narrativas ágeis

27 de agosto 2014 |
por Fernando Marques • Brasília

Interessantíssimo: o monólogo Calango deu! Os causos de dona Zaninha, espetáculo carioca exibido no Teatro Funarte Plínio Marcos, em Brasília, durante o festival Cena Contemporânea, é brasileiro até a raiz dos cabelos ou das unhas, mas não guarda nem de longe o ar missionário de quem resgata ou recupera alguma coisa. Isto é, os artistas da Cia. Caititu tratam suas fontes – no caso, o interior de Minas – como coisa viva, sem nostalgia excessiva e sem o olhar vagamente superior com que os da cidade por vezes miram o campo ou, como diria dona Zaninha, a roça. Tudo respira e é deliciosamente engraçado. Leia mais

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