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Autoria

Autora, diretora e jornalista teatral. Pós-graduada em Jornalismo Cultural na PUC-SP, estudou Cultura e Civilização Francesa na Sorbonne, em Paris, e Dramaturgia e História do Teatro Moderno em Harvard, Boston. Escreve para Folha de S.Paulo e revista Vogue. Compõe o júri do prêmio APCA de teatro. É autora e diretora de Nijinsky - Minha loucura é o amor da humanidade (2014), peça convidada a integrar o Festival de Avignon de 2015. Tem cinco peças encenadas, Ilhada em mim – Sylvia Plath (indicada ao prêmio de melhor direção pela APCA de 2014); Espasmo (2013); Correnteza (2012); Parasita (2009), A história dela (2008), além de um livro publicado com suas obras teatrais: Gabriela Mellão – Coleção primeiras obras. Lecionou Laboratório de Crítica Teatral para o curso de Jornalismo Cultural na pós-graduação da Faap, entre 2009 e 2012. Foi crítica da revista Bravo! entre 2009 e 2013, ano de fechamento da mesma.

Crítica

Foto: Guto Muniz

Na dimensão desencantada do real

18 de março 2017 |
por Gabriela Mellão • São Paulo

Não há espaço para ilusão teatral ou emoção na arte do libanês Rabin Mroué, artista plural que ganha destaque na Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MITsp) deste ano por sua maneira singular de entrelaçar ficção, teatro político e documental. Denominada ‘mostra especial’, é composta por Tão pouco tempo, Revolução em pixels e Cavalgando nuvens. Leia mais

Crítica

Foto: João Caldas

A um passo da imobilidade

13 de fevereiro 2017 |
por Gabriela Mellão • São Paulo

O que torna o homem humano? Será que os atos mais elementares da vida são suficientes para fazer do homem um homem? Samuel Beckett questiona o sentido de humanidade em Esperando Godot, clássico escrito após a Segunda Guerra que faz ecoar a desesperança de seu tempo. A obra se limita a tratar sobre o que é mais primário ao indivíduo, o sobreviver, como se o viver fosse um despropósito, uma ostentação. Leia mais

Crítica

Foto: Magali Girardin

O poder em rede do rito judicial

13 de setembro 2016 |
por Gabriela Mellão • São Paulo

Um olhar que vigia
e que, cada um,
sentindo-se pesar sobre si,
acabará por interiorizar,
a ponto de observar a si mesmo.
Michel Foucault

Em Santos

Teatro é arte de comunhão, cuja essência redimensiona o sentido de coletivo. Parceria do catalão Roger Bernat com o holandês Yan Duyvendak, o espetáculo Please, continue (Hamlet), presente na programação do Mirada, reforça a espessura social desta linguagem, instigando a uma reflexão sobre a legitimidade das imposições dos mecanismos de poder, assim como o papel do espectador dentro e fora da cena. Leia mais

Crítica

Foto: Matheus José Maria

Culto à insignificância

10 de setembro 2016 |
por Gabriela Mellão • São Paulo

Elas vêm
outras e iguais
com cada um é outro e igual
com cada uma a ausência de amor é outra
com cada uma a ausência de amor é igual
Samuel Beckett

Em Santos

4, peça de Rodrigo García que abriu a quarta edição do Festival Mirada – Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos em 8 de setembro, aproxima o início e o final dos tempos a tal ponto que ambos se confundem. Leia mais

Crítica

Foto: Guto Muniz

Galpão inquieta-se por sentidos de coletividade

03 de setembro 2016 |
por Gabriela Mellão • São Paulo

O Grupo Galpão nasceu numa mesa de bar. Nós, espetáculo com direção de Marcio Abreu em cartaz em São Paulo após temporada no Rio e em Belo Horizonte retoma a essência desse encontro ocorrido há 34 anos. Leia mais

Crítica

Foto: Rachel Brumana

Estrangeiro em estado de suspensão

30 de agosto 2016 |
por Gabriela Mellão • São Paulo

O lar de Alvise Camozzi paira suspenso no espaço. Nele não há mesa, porta ou janela. No lugar do chão, há um abismo.

Autor e diretor que trocou Veneza pelos trópicos, ele abre sua casa para o público em Psicotrópico, experimento que encerra uma trilogia sobre deslocamento, pertencimento, fronteira e perda iniciada há três anos por seu Núcleo Artístico Società Anonima. Leia mais

Crítica

Foto: João Wainer

Concerto para trapos, cifras e silêncios

09 de agosto 2016 |
por Gabriela Mellão • São Paulo

Uma propriedade de luxo feita de trapos. É neste paradoxo que se enredam os nós da família de latifundiários de algodão apresentada por Eduardo Tolentino em sua versão de Gata em telhado de zinco quente, de Tennessee Williams, em cartaz no CCBB do Rio de Janeiro após a estreia paulista. Leia mais

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