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Autoria

Professor de literatura brasileira na USP, com doutorado na mesma área e instituição; mestrado em teoria literária e literatura comparada também pela USP; e pós-doutorado pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, de Paris. Livre-docente em literatura brasileira pela USP, onde é professor sênior. Seus trabalhos de pesquisa concentram-se no estudo do romance e do conto no Brasil, além de artes cênicas.

Artigo

Foto: Felipe Ando

Dialética do Alfenim

16 de setembro 2016 |
por José Antonio Pasta • São Paulo

(Nota crítica e teórica)

Comentando as diferenças que apartam um do outro o teatro e o romance, o celebrado crítico e historiador Décio de Almeida Prado escreveu: “(…) é difícil imaginar, por exemplo, um romance como o Quincas Borba transposto para o palco sem perder sua imponderabilidade, a sua atmosfera feita menos de fatos que de sugestões, de coisas que temos o cuidado de não definir com clareza nem a nós mesmos”.[1]

Pois foi a isso mesmo que se lançou o Coletivo de Teatro Alfenim: transpor para a cena o Quincas Borba machadiano, nada menos. Leia mais

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