Posts Tagged ‘fringe’
Curitiba – Companhia Garagem 21
escrito por vals em 18 de abril de 2011 – 0:37 -Posted in crítica, festival/mostra | No Comments »
Curitiba – Amores (re)partidos
escrito por vals em 10 de abril de 2011 – 9:31 -Posted in crítica, festival/mostra | 5 Comments »
Curitiba – Murro em ponta de faca
escrito por vals em 9 de abril de 2011 – 19:10 -Curitiba – Oxigênio
escrito por vals em 6 de abril de 2011 – 14:51 -Curitiba – Silêncio
escrito por vals em 4 de abril de 2011 – 14:35 -Curitiba – No outro lado do mar…
escrito por vals em 3 de abril de 2011 – 12:51 -Curitiba – O butô do Mick Jagger
escrito por vals em 3 de abril de 2011 – 10:31 -Para arriscar-se no Fringe
escrito por vals em 9 de março de 2011 – 15:34 -Elenco 19 criações inéditas para este espectador e que estarão em cartaz no Fringe do Festival de Curitiba, de 30 de março a 10 de abril. O teatro de pesquisa é o norte. Históricos de núcleos que acompanho, parcerias artísticas e intuições guiam-me a conhecer outras geografias e modos de fazer e produzir pelo Norte e Nordeste. São algumas referências entre as cerca de 370 montagens da mostra paralela vindas de 19 Estados e Distrito Federal, conforme a organização. No post anterior, menciono os trabalhos que já assisti. Read more »
Posted in festival/mostra | 4 Comments »
Para ver no Fringe
escrito por vals em 9 de março de 2011 – 15:33 -Relaciono 13 espetáculos – nove deles aos quais já assisti e outros quatros por simbiose – na programação do Fringe no Festival de Curitiba que abre no dia 29 de março, mas a mostra paralela no dia seguinte. Também destaco no evento uma mesa-redonda com dramaturgos de Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Curitiba e outras localidades. Além de um encontro com Paulo José em que traz a público o processo em andamento de Murro em ponta de faca, peça de Augusto Boal que ele montou pela primeira vez em 1978. No post seguinte, enumero as criações pelas quais vale a pena o espectador arriscar-se na busca por trabalhos de qualidade entre cerca de 370 opções.Sete vezes a dramaturgia ímpar de Francisco Carlos
Por que: Agenda obrigatória no Festival para sincronizar a dramaturgia singular e inominável desse autor amazonense. É um privilégio contar com o repertório do diretor radicado em São Paulo. Seu texto e sua cena jorram um ímpeto parabólico do nosso tempo. Um quê da escrita urgente e poética de Oswald de Andrade. Há uma forte carga existencial, pois formado em filosofia e infuenciado pela antropologia. Borra territórios culturais e desconcerta os sentidos do caos para fazer história. Os sete espetáculos percorrem as categorias de peças que ele denomina “pensamentos selvagens” (a tetralogia Jaguar cibernético) e “fenômenos extremos urbanos” (Banana mecânica, Namorados da catedral bêbada e Românticos da idade mídia). As apresentações fazem parte da Conexão Roosevelt, segmento capitaneado pela Companhia de Teatro Os Satyros, cuja sede na praça paulistana tornou-se espaço cativo aos experimentos de Francisco Carlos. Read more »










