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“É preciso que a gente se diga na peça”. Foi com essa máxima que Cacá Carvalho estimulou os atores do Grupo Galpão ao trabalho de pesquisa nos primeiros ensaios de Partido (1999), convidado a dirigir a livre adaptação do romance O visconde partido ao meio, do cubano naturalizado italiano Ítalo Calvino (1923-1985). Leia mais

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Vau da Sarapalha é espetáculo do Piollin Grupo de Teatro. Estreou em 1992 em João Pessoa (PB), fez carreira internacional e foi apresentado em mais de 40 cidades.  É considerada ainda hoje uma das montagens mais importantes quanto a uma aproximação possível do universo de Guimarães Rosa no contexto da cena contemporânea. Esta aproximação, no entanto, tem menos a ver com o respeito aos termos da literatura enquanto tal e mais com a transfiguração, em ato artístico autônomo, da narrativa roseana. Leia mais

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Em Curitiba

A Novos Repertórios – Mostra de Teatro de Curitiba realizou sua 10ª edição entre 23 de julho e 2 de agosto, apresentando ao público 12 espetáculos da produção recente da capital paranaense. Historicamente vinculada à programação do tradicional Festival de Teatro de Curitiba, em 2017, o projeto capitaneado pela produtora Michele Menezes dá novos passos na busca por configurar um espaço de maior autonomia e visibilidade à produção teatral local. Leia mais

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Em Salvador

O Maré de Março é uma das mais jovens iniciativas brasileiras a integrar o calendário de festivais dedicados às artes cênicas em níveis nacional e internacional. O primeiro semestre do ano costuma ser movimentado por encontros como o Janeiro de Grandes Espetáculos – Festival Internacional de Artes Cênicas de Pernambuco, no Recife; o Festival de Teatro de Curitiba; a Mostra Internacional de Teatro de São Paulo, a MITsp; o Feverestival, em Campinas; e o FIT São José do Rio Preto (SP). Diferentes formatos, interesses curatoriais e modos de produção são tecidos na singularidade de cada um desses projetos. Leia mais

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Ao comentar a obra de Ferreira Gullar em artigo de 2004, falamos nas “alterações de rota sucessivas, no que se pode chamar de incoerência produtiva, dialética”. Essas mudanças de rumo ressaltam na trajetória do poeta, crítico de arte e literatura, cronista e dramaturgo José Ribamar Ferreira. Leia mais

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Um apontamento de Terry Eagleton encontra forte ressonância no trabalho do maranhense José Ribamar Ferreira, mais conhecido como Ferreira Gullar (1930-2016). A literatura, disse o crítico inglês, não se define somente como um escrito de ficção, muito menos como um registro documental da realidade externa. Tampouco a capacidade imaginativa ou criativa é capaz de dar conta de um conceito tão espinhoso como “literatura”. Seu poder de, a um só tempo, colar e desprender-se da materialidade histórica advém de sua própria forma organizativa, que se volta contra o que Eagleton chama de “fala comum”, ordinária e cotidiana. Leia mais

Crítica Militante

Em Porto Alegre

Uma crítica específica para o teatro de rua/na rua/na cidade faz sentido? Em que medida as variadas formas do teatro e, neste caso, as diferentes maneiras de habitar espaços pede olhares e atitudes críticas diferenciadas? Que importância teriam estes repertórios e estes discursos específicos em um país no qual o Ministério da Cultura identifica os espaços do teatro contabilizando apenas as salas fechadas e desprezando os lugares públicos abertos em que ele acontece?

Estas, entre outras questões, foram colocadas em movimento durante a oitava edição do Festival Internacional de Teatro de Rua de Porto Alegre Leia mais