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Crítica Militante Crítica Militante O que é?

A primeira edição desse projeto de prática continuada publicou 72 textos inéditos entre maio e dezembro de 2016. As seções de crítica, artigo e resenha foram atualizadas com apoio do Programa de Ação Cultural, o ProAC, da Secretaria do Estado, por meio do edital de “Publicação de Conteúdo Cultural”.

Apoio:
Proac SP Governo do Estado - São Paulo

Paisagem em labirinto

1.12.2016  |  por Valmir Santos

A dor e a delícia

8.11.2016  |  por Maria Eugênia de Menezes

Força e fragilidades do masculino

2.11.2016  |  por Maria Eugênia de Menezes

Observatório do chão para cenas de rua

1.11.2016  |  por Kil Abreu

Cena polifônica para mirar e ver a guerra

30.10.2016  |  por Beth Néspoli

A peça teatral do compositor Erik Satie

27.10.2016  |  por Dirce Waltrick do Amarante

Eu, Tânia Farias, pela Tribo

24.10.2016  |  por Valmir Santos

Sarcasmo político e humor de cabaré

23.10.2016  |  por Helena Carnieri

A política da forma do Magiluth

19.10.2016  |  por Fábio Prikladnicki

Luto e beleza

18.10.2016  |  por Kil Abreu

Silvero Pereira via Gisele Almodóvar

14.10.2016  |  por Mateus Araújo

Sarah Kane e o milagre da performance

11.10.2016  |  por Fábio Prikladnicki

Pensamento curatorial em processo

10.10.2016  |  por Michele Rolim

A fúria por um papel e o amor ao teatro

7.10.2016  |  por Afonso Nilson

As ideias em movimento de Kazuo Ohno

4.10.2016  |  por Dirce Waltrick do Amarante

O ético e o profano em Dom Hélder

27.9.2016  |  por Patricia Freitas

Embaralhamentos do eu

25.9.2016  |  por Daniel Schenker

Uma questão de identidade

24.9.2016  |  por Maria Eugênia de Menezes

A insurreição pelo deboche

22.9.2016  |  por Clarissa Falbo

Amautas, aqui outra vez

19.9.2016  |  por Patricia Freitas

O movimento das águas em Albert Camus

14.9.2016  |  por Fábio Prikladnicki

O poder em rede do rito judicial

13.9.2016  |  por Gabriela Mellão

Culto à insignificância

10.9.2016  |  por Gabriela Mellão

A personagem vive

9.9.2016  |  por Fernando Marques

Fragmentos da contemporaneidade

6.9.2016  |  por Ferdinando Martins

Galpão inquieta-se por sentidos de coletividade

3.9.2016  |  por Gabriela Mellão

O que quer o público de teatro?

31.8.2016  |  por Afonso Nilson

Estrangeiro em estado de suspensão

30.8.2016  |  por Gabriela Mellão

A linguagem do mal-estar e do desejo

27.8.2016  |  por Maria Eugênia de Menezes

O artista e o sujeito ante a ira e as ideias

25.8.2016  |  por Ferdinando Martins

Tríptico da dor

24.8.2016  |  por Kil Abreu

O percurso feminista do Ói Nóis Aqui Traveiz

20.8.2016  |  por Michele Rolim

‘Fluxorama’, a ordem e o sentido das palavras

17.8.2016  |  por Maria Eugênia de Menezes

O teatro e as crianças

16.8.2016  |  por Dirce Waltrick do Amarante

‘A tempestade’ conta Boal no exílio

15.8.2016  |  por Patricia Freitas

Nós, a floresta

12.8.2016  |  por Clarissa Falbo

O Tapa e a renovada sedução pela palavra

10.8.2016  |  por Daniel Schenker

Concerto para trapos, cifras e silêncios

9.8.2016  |  por Gabriela Mellão

Cálculo de risco

8.8.2016  |  por Valmir Santos

Histórias de superação em ‘Amadores’

5.8.2016  |  por Ferdinando Martins

A cidade em primeira pessoa

2.8.2016  |  por Beth Néspoli

Saudação a Sábato

2.8.2016  |  por Fernando Marques

Entre rendas e bordados da memória

26.7.2016  |  por Maria Eugênia de Menezes

O teatro gaúcho do século XIX revivido

26.7.2016  |  por Fábio Prikladnicki

A morte é fértil

20.7.2016  |  por Fernando Marques

A presença nas fotos de Lenise Pinheiro

19.7.2016  |  por Valmir Santos

‘projeto brasil’: onde começa o futuro?

13.7.2016  |  por Maria Eugênia de Menezes

Jogo urbano e crítico sobre o poder

12.7.2016  |  por Afonso Nilson

Enxerto amoroso

5.7.2016  |  por Clarissa Falbo

Alegoria da imprecisão e impossibilidade

5.7.2016  |  por Gabriela Mellão

Homem-caranguejo, mito e anti-herói

28.6.2016  |  por Mateus Araújo

Ecos do basta

28.6.2016  |  por Patricia Freitas

Em vez do abandono de si, a pulsão resiliente

24.6.2016  |  por Ferdinando Martins

Contradições (aparentes) de Ripper

24.6.2016  |  por Daniel Schenker

Coração em barricada

21.6.2016  |  por Kil Abreu

Espaço e tempo da arte e da política

21.6.2016  |  por Francis Wilker

Sopros do fonemol

17.6.2016  |  por Valmir Santos

Da inexistência de Deus

17.6.2016  |  por Fernando Marques

Atos de liberdade crítica

14.6.2016  |  por Beth Néspoli

Crítica teatral : da organicidade à deriva

14.6.2016  |  por Kil Abreu

Arte e realidade social em mutirão

10.6.2016  |  por Patricia Freitas

O teatro conceitual e épico na ditadura

10.6.2016  |  por Dirce Waltrick do Amarante

Motosserra e Pomba Gira nas encruzilhadas

7.6.2016  |  por Mateus Araújo

Diálogos interamericanos

7.6.2016  |  por Afonso Nilson

Deuses e homens diante do abismo

31.5.2016  |  por Gabriela Mellão

A derrocada das certezas

31.5.2016  |  por Daniel Schenker

Trema! Festival: a curadoria da urgência

24.5.2016  |  por Francis Wilker

Espectros do Teatro Jornal

24.5.2016  |  por Patricia Freitas

Antunes examina sonho americano sob luz fria

17.5.2016  |  por Ferdinando Martins

Crítica teatral: da organicidade à deriva

17.5.2016  |  por Kil Abreu

O lugar de Qorpo-Santo no discurso crítico

10.5.2016  |  por Fábio Prikladnicki

Manoel Carlos Karam e o jogo da fala

10.5.2016  |  por Dirce Waltrick do Amarante

Crítica Militante

Entre as muitas atividades do catarinense, radicado no Paraná, Manoel Carlos Karam (1947-2007), estão as de autor e de diretor teatral. Como dramaturgo, escreveu mais de vinte peças ao longo dos anos 1970. É sobre essa atividade que pretendo me deter neste breve ensaio, debruçando-me mais especificamente sobre a peça Duas criaturas gritando no palco, uma vez que ela contém muitos elementos que ressurgem em outros textos dramatúrgicos do escritor.

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