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Publicações com a tag:

“Edward Albee”

Crítica

Foto: Filipe Ferreira/TNDM II

Crônica da crise

29 de abril 2017 |
por Fernando Marques • Brasília

Em Lisboa

Falo sobre dois espetáculos completamente diferentes entre si, vistos há poucos dias na capital portuguesa. No Teatro Nacional D. Maria II, Bacantes – prelúdio para uma purga anuncia-se como feito “a partir de Eurípides”. O anúncio parece paródico ou irônico: o espetáculo, ai de nós, nada tem daquele autor grego. Leia mais

Crítica

Foto: Humberto Araujo/Clix FTC

Um clássico da mútua destruição

22 de setembro 2014 |
por Miguel Anunciação • Belo Horizonte

Do mesmo modo que ser produzido e/ou estar em cartaz no Rio de Janeiro e São Paulo, hoje, beneficiam a divulgação de qualquer fato cultural comparado ao que se faz e/ou acontece, por exemplo, no Piauí, o fato de ser americano obviamente deve influenciar os críticos que consideram Edward Albee “um dos mais importantes dramaturgos do teatro moderno” ainda vivos. Os Estados Unidos são, digamos assim, a maior caixa de ressonância de notícias do mundo atual, o que obviamente ajuda a divulgar e promover sua riquíssima produção cultural. Leia mais

Crítica

Foto: Humberto Araujo/Clix-FTC

Atores sustentam versão de obra de Albee

28 de maio 2014 |
por Maria Eugênia de Menezes • São Paulo

O teatro norte-americano do século 20 é pródigo em exemplos de autores que transmutaram suas experiências biográficas em material para o palco. Em Longa jornada noite adentro, Eugene O’Neill abordou questões cruciais de sua vida familiar, recriando seus pais nas figuras de James e Mary Tirone. Tennessee Williams também revisitou o passado. Tanto em À margem da vida quanto em Um bonde chamado desejo encontramos delineada a figura da irmã do escritor, Rose. Com Edward Albee não foi diferente. Leia mais

Reportagem

Foto: Humberto Araujo - Clix/FTC

Carnificina íntima

25 de abril 2014 |
por Maria Eugênia de Menezes • São Paulo

Drama. Comédia. Tragédia. Não é fácil achar um consenso quando se trata de classificar Quem Tem Medo de Virginia Woolf?. Na mais conhecida obra do norte-americano Edward Albee, todos os gêneros se confundem. “O próprio autor dizia que gostaria de ver o público assistindo à peça uivando de rir, mas sentindo dor”, lembra o diretor Victor Garcia Peralta. Leia mais

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