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Publicações com a tag:

“Francis Wilker”

Artigo

Foto: Ocupação Funarte SP

Espaço e tempo da arte e da política

21 de junho 2016 |
por Francis Wilker • São Paulo/Brasília

Os últimos seis anos de nosso jovem século XXI apresentam elementos para reflexões profundas sobre as transformações sociais em curso. O fenômeno das ocupações de espaços públicos, muitas vezes articuladas pelas redes sociais, é um símbolo importante desse tempo de desestabilização, de crise de modelos políticos, econômicos, educacionais, midiáticos e sociais. A primeira década deste século, talvez, se assemelhe a uma parede com uma rachadura incontornável e que vai ao chão a qualquer momento. O que virá depois da ruína? Leia mais

Entrevista

Foto: Sidney Rocharte

Restituir participação. Resistir

10 de junho 2016 |
por Francis Wilker • São Paulo/Brasília

Embora a história contada nos livros tenha sido tão negligente com a trajetória de tantas mulheres que ofereceram contribuições fundamentais ao Brasil; embora, em 2016, a luta pelos direitos das mulheres ainda precise estar em marcha, basta olhar para as ruas, para as redes sociais e para os movimentos da sociedade civil e identificar o forte protagonismo de muitas “Marias” que colocam sua inteligência, coragem, força e sensibilidade na construção de novos mundos. A baiana Maria Marighella, atriz, gestora cultural, mãe de Zeca e Bento, pertence a essa linhagem Leia mais

Crítica

Foto: Eric Gomes

Trema! Festival: a curadoria da urgência

24 de maio 2016 |
por Francis Wilker • São Paulo/Brasília

Pode-se caminhar através de um festival como através de uma paisagem. (…) O fantasma do curador-uber, corajosamente criando sua própria obra a partir de obras de arte de outras pessoas não deve ser temido no campo performativo, de forma nenhuma. Pelo contrário, existe sim uma falta de coragem para conferir significado – e não é por modéstia, mas por medo da tarefa

Florian Malzacher

No campo da linguagem o trema se configura como um diacrítico, sinal gráfico utilizado em uma letra para alterar sua realização fonética ou demarcar a independência de uma vogal em relação a vogal anterior. Como verbo, tremer, está associado à ideia de agitar, deslocar, provocar ou sentir tremores. Nas duas acepções, uma palavra associada à alteração. Não por acaso, o lema do pernambucano Trema! Festival de Teatro, criado em 2012, tem como frase de sustentação: “Muda a língua, muda o texto, muda a cena”. Leia mais

Entrevista

Foto: Camila Sergio

O homem que brinca de reabrir o tempo

08 de julho 2015 |
por Francis Wilker • São Paulo/Brasília

“As lembranças se gravam na minha memória com traços cujo encanto e força aumentam dia a dia; como se, sentindo que a vida me escapa, eu procurasse aquecê-la pelos seus começos” 

Rousseau (Confissões[1].

Lançando sua sexta publicação dedicada à história da cena teatral pernambucana, Panorama do teatro para crianças em Pernambuco (2000-2010), o jornalista e ator Leidson Ferraz, nascido em Petrolina e morador de Recife desde 1998, tornou-se um personagem importante na pesquisa, registro, análise e disseminação da memória do teatro feito no estado. Leia mais

Crítica

Foto: Ico Oliveira

A última cigarra do cerrado

14 de junho 2015 |
por Francis Wilker • São Paulo/Brasília

Na região do cerrado é comum a alternância entre os períodos da seca e das chuvas, em que o verde parece devolver vida à paisagem insólita. Em Brasília, já é parte do cotidiano da cidade a proliferação de cigarras após as primeiras chuvas, nos espaços arborizados. Leia mais

Entrevista

Foto: Ethel Braga

Janela multidimensional para a dramaturgia

11 de fevereiro 2015 |
por Francis Wilker • São Paulo/Brasília

Com a quarta edição anual agendada para maio próximo, o misto de encontro e mostra “Janela de Dramaturgia” tornou-se um dos protagonistas da difusão, estímulo e discussão da escrita teatral em Belo Horizonte. Na entrevista a seguir, elaborada por email, o dramaturgo, ator, diretor e produtor Vinícius Souza, de 26 anos, coidealizador do projeto com a também atriz e autora Sara Pinheiro, discorre sobre as conquistas e desafios da geração de dramaturgos despontada entre a década passada e a atual, fruto da vocação dos grupos para os processos colaborativos. Cresce também os textos não necessariamente embrionários do trabalho coletivo, reafirmação da perspectiva autoral. Leia mais

Crítica

Foto: Guto Muniz

Bolhas urbanas para vidas assépticas

17 de janeiro 2015 |
por Francis Wilker • São Paulo/Brasília

Para ler ao som de Because, The Beatles, acesse aqui.

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Certamente, para muitos artistas de teatro, escolher um texto e levá-lo à cena significa percorrer um caminho bastante habitual em que vivenciam etapas como realizar leituras de mesa ou procedimentos de análise ativa, dividir personagens, decorar falas, etc. Porém, para alguns grupos, especialmente aqueles criados sob o signo do processo colaborativo ou da criação coletiva, em que a cena e as improvisações dos atores ajudam a compor o texto, o caminho descrito acima se mostra como uma nova e arriscada aventura. Para o grupo mineiro Teatro Invertido, que comemora uma década de trabalho continuado, experimentar essa rota “do texto à cena” se colocou como a possibilidade de descobrir novos desafios e gerar outras dinâmicas criativas para os seus integrantes. Leia mais

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