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“Ivam Cabral"

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“Ivam Cabral"

Encontro com o Espectador

Prestes a completar 30 anos, em 2019, a Companhia de Teatro Os Satyros centra os últimos trabalhos na pesquisa formal e temática acerca das lutas identitárias. As condições de refugiados, transexuais e travestis, por exemplo, entre demais grupos minorizados, estão presentes em espetáculos como Cabaret transperipatético e O incrível mundo dos baldios, este catalisador do 20º Encontro com o Espectador, realizado em 27 de maio no Itaú Cultural.

Leia a seguir transcrição dos relatos do ator Ivam Cabral e do diretor Rodolfo García Vázquez, cofundadores da companhia paulistana, sob mediação de Maria Eugênia de Menezes e breve introdução de Beth Néspoli, ambas jornalistas e críticas. Leia mais

Crítica

A margem como centro

27.5.2018  |  por Kil Abreu

A noite de Ano-Novo, momento tomado pela maioria de nós como o espaço imaginário de uma passagem, pode perfeitamente ser vista como metáfora que ganha significados além dos usuais na nova montagem d’Os Satyros, O incrível mundo dos baldios. O espetáculo sintoniza de fato algo em plena transição que, no entanto, é mais que a mera mudança no calendário. Leia mais

Crítica

Dotados de energia esfuziante, os atores enchem a sala preta do Espaço dos Satyros Um com roupas e cabelos coloridos. Nos rostos, próteses e (muita) maquiagem. Apesar de estarem ali para representar personagens extraídas de situações reais, nada os aproxima de uma encenação naturalista. Ao contrário, a atmosfera de Pessoas sublimes é etérea, nebulosa, lusco-fusco. Aos poucos, o espectador  Leia mais

Crítica

A realidade é o pilar estrutural de Pessoas sublimes, segundo espetáculo da Trilogia das Pessoas realizado pela Cia. de Teatro Os Satyros. Como em Pessoas perfeitas – primeira montagem, que venceu o Shell de melhor texto e o APCA de melhor espetáculo de 2014 –, a peça escrita pelos fundadores Rodolfo García Vázquez, diretor, e Ivam Cabral, ator chave do grupo, é fruto de Leia mais

Crítica

Imagens tangíveis

28.4.2016  |  por Valmir Santos

Em suas pedras angulares para uma filosofia da fotografia, o tcheco Vilém Flusser (1920-1991), que viveu mais de três décadas no Brasil, compreende imagem como superfície sobre a qual circula o olhar. O espetáculo Pessoas sublimes, da Companhia de Teatro Os Satyros, faz da mediação imagética o seu “chão de circularidade”, abertura flusseriana para o eterno retorno. Leia mais

Artigo

Em sua gênese, em 1989, a Companhia de Teatro Os Satyros emendou o espetáculo infantil Aventuras de Arlequim a dois adultos, Um Qorpo Santo dois e o antológico Sades ou noites com os professores imorais, este no ano seguinte. A trinca embrionária diz muito da identidade artística constituída em um quarto de século de inquietude e transgressão. Leia mais

Reportagem

Em 1931, falando ao ator norte-americano Joshua Logan, que passou oito meses sob sua orientação em Moscou, Stanislavski fustigava a canonização que já o espreitava em vida. “Nosso método nos convém porque somos russos. Aprendemos na raça, tateando, renovando as noções gastas e tentando nos aproximar o mais possível da verdade. Vocês devem fazer o mesmo. Mas do jeito de vocês, não imitando-nos. […] Você está aqui para estudar, não para copiar. Os artistas devem aprender a pensar e sentir por eles mesmos e encontrar novas formas”. Leia mais