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Publicações com a tag:

“Jô Bilac”

Crítica

Foto: Caio Gallucci

‘Fluxorama’, a ordem e o sentido das palavras

17 de agosto 2016 |
por Maria Eugênia de Menezes • São Paulo

Já se passou uma década desde sua estreia. Mas Jô Bilac continua a ser apresentado como um jovem e promissor dramaturgo carioca. E, não raras vezes, como herdeiro direto de Nelson Rodrigues, um enfant terrible, a emular o estilo e o humor do autor de Vestido de noiva. Fluxorama, obra atualmente em cartaz no Sesc Ipiranga e que já mereceu montagens anteriores, não vem para negar os rótulos que se colaram à persona de Bilac. Leia mais

Crítica

Foto: Cabéra

‘Beije minha lápide’ esbarra na reverência

25 de fevereiro 2015 |
por Maria Eugênia de Menezes • São Paulo

O desejo de Marco Nanini de se aproximar de Oscar Wilde motivou a criação de Beije minha lápide, em cartaz no Sesc Consolação até domingo. Sem vontade, contudo, de encenar uma das peças deixadas pelo escritor irlandês, Nanini buscou um texto original de Jô Bilac. Leia mais

Crítica

Foto: Cabéra

A importância de ser infiel a Oscar Wilde

25 de fevereiro 2015 |
por Valmir Santos • São Paulo

Passional até a medula, o irlandês Oscar Wilde (1854-1900) teria muito a transgredir em relação aos embates sujeito-desejo nas sociedades globalizadas e por vezes tão conservadoras como aquelas surgidas em parte da Europa após a Revolução Industrial no século 19. O desencantamento com o falso moralismo jamais o impediu de viver o amor até as últimas consequencias. Estivesse presente, o autor de romance único (O retrato de Dorian Gray), nove peças e muitos contos e poemas brandiria sua pena diante das reações ainda violentas, arcaicas e caretas no campo das preferências sexuais. Leia mais

Crítica

Foto: Mika Makino

Unanimidade passou ao largo em 2014

24 de dezembro 2014 |
por Maria Eugênia de Menezes • São Paulo

Natural que, ao longo do ano, as opiniões sobre o que houve de marcante passem a convergir em direção a um número reduzido de obras. Chegado o tempo de olhar para trás e refletir, alguns títulos chamam inevitavelmente a atenção e outros, mesmo que tenham causado impacto no momento, terminam relegados a certo esquecimento. Costuma ser assim. Mas 2014 tem algo de atípico. Ao menos na cena teatral. São raras – se não inexistentes – as unanimidades. Os debates da crítica especializada menos apaixonados. Leia mais

Crítica

Foto: Junior Aragão

O círculo de giz da resignação

21 de agosto 2014 |
por Valmir Santos • São Paulo

Conselho de classe explicita a urgência do seu tema com o mesmo pulso experimental dos melhores momentos da Cia. dos Atores em duas décadas e meia. O espetáculo é cirúrgico nos descaminhos da educação ao projetar o microcosmo de uma escola pública sob a ótica dos seus professores, ponte entre aprendiz e sociedade – se esta assim o desejasse. Do diagnóstico alarmante ao rancor seria um triz. Mas o quadro é mais complexo do que a realidade pinta. É sobre ela, realidade, que os criadores incidem dialeticamente, chamando o espectador à assembleia cidadã sem ungi-lo para tal. Um sistema de linguagem bem urdido dá conta disso justamente a partir das precariedades material e pedagógica expostas. E nos deparamos com o tamanho da resignação no país de Paulo Freire, Darcy Ribeiro ou Milton Santos que tanto se indignaram. Leia mais

Reportagem

Foto: Carlos Hauck

Aquele momento definidor de rumos

15 de maio 2014 |
por Fábio Prikladnicki • Porto Alegre

Em meio a tantas companhias que acenam com o discurso da busca por uma estética própria, é raro que um grupo como o Luna Lunera admita que cada espetáculo tem uma linguagem diferente. Criado há 13 anos, o coletivo mineiro apresenta quatro de suas seis peças no 9º Festival Palco Giratório Sesc/POA a partir desta quarta-feira (14/5), com Nesta data querida. Na quinta, será a vez de Aqueles dois. Depois, vêm Prazer (sábado e domingo) e Cortiços (20/5). Todas as sessões serão às 19h no Teatro Sesc Centro. Leia mais

Entrevista

Foto: Carlos Reis

A crítica segundo Barbara Heliodora

05 de maio 2014 |
por Fábio Prikladnicki • Porto Alegre

Uma das maiores autoridades em Shakespeare no Brasil, tendo traduzido quase todas as suas peças exceto duas, Barbara Heliodora, 90 anos, recebeu a reportagem de Zero Hora em sua casa, no bairro Cosme Velho, no Rio. No final de 2013, a crítica teatral mais respeitada do país anunciou a aposentadoria do ofício que exercia há mais de 50 anos – os últimos 23 anos no jornal O Globo. Agora, passará a escrever críticas apenas ocasionalmente e se dedicará à tradução de textos para teatro. Nesta entrevista, ela fala sobre a recepção no Brasil da obra do grande autor inglês, que teve seus 450 anos de nascimento celebrados em 23 de abril. Leia mais

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