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“José Joaquim de Campos Leão”

Crítica

Foto: Adriana Marchiori

O lugar de Qorpo-Santo no discurso crítico

10 de maio 2016 |
por Fábio Prikladnicki • Porto Alegre

A história da recepção crítica da obra de Qorpo-Santo tem sido a história de sua assimilação a um aparato teórico-poético estranho e anacrônico a ela. Desde sua redescoberta, cem anos após a publicação das peças, o autor gaúcho tem sido lido à luz de correntes europeias modernas, como o teatro do absurdo e o surrealismo, em uma estratégia discursiva que o aliena de seu país e de sua época. A reflexão é oportuna porque, neste 2016, são celebrados os 150 anos da dramaturgia de Qorpo-Santo (suas 17 peças, uma delas inconclusa, foram todas escritas entre janeiro e junho de 1866) e os 50 anos da primeira encenação de sua obra, com a histórica montagem do diretor Antônio Carlos de Sena, em 1966, para três textos (As relações naturais, Eu sou vida; eu não sou morte e Mateus e Mateusa) no Clube de Cultura, histórico reduto de esquerda localizado no bairro Bom Fim, em Porto Alegre[1]. Leia mais

Reportagem

Foto: Guga Melgar

130 anos sem a incógnita lucidez de Qorpo-Santo

19 de novembro 2013 |
por Fábio Prikladnicki • Porto Alegre

Sem homenagens de relevo, os 130 anos de morte de Qorpo-Santo (1829-1883) foram completados no dia 1º de maio. A ausência do dramaturgo, poeta e escritor no calendário cultural sinaliza que este gaúcho de Triunfo ainda é – para não perder o jogo de palavras – um corpo estranho na literatura brasileira. Leia mais

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