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Publicações com a tag:

“Luís Alberto de Abreu”

Crítica

Foto:

Cena polifônica para mirar e ver a guerra

30 de outubro 2016 |
por Beth Néspoli • São Paulo

Toda arte nasce de inquietações possíveis às mulheres e aos homens de determinada época e a ela se dirige. Desde as eras mais remotas, tenta-se driblar essa espécie de condenação à contemporaneidade – a imersão na cultura dificulta o corte crítico – por meio de narrativas deslocadas de seu território de origem, afastamento cujo objetivo, no fim das contas, é o retorno ao tempo vivido com algum elemento de dissenso. Salvo engano, tal movimento, tanto no ponto de partida quanto no de chegada, pode ser detectado no espetáculo Cabras – cabeças que rolam, cabeças que voam, criação da Cia. Teatro Balagan, baseada na tríade guerra-festa-fé, que tem direção de Maria Thaís e texto de Luís Alberto de Abreu.

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Os indicados ao Prêmio APCA no 2º semestre e a lista do ano

25 de novembro 2014 |
por Teatrojornal

Na noite de segunda-feira (24/11) a comissão de teatro da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) definiu os indicados pela temporada do segundo semestre na cidade de São Paulo. As montagens de Preto no branco, do O homem de la Mancha, produção do Sesi SP, receberam duas indicações cada uma. A lista abaixo relaciona todos os indicados de 2014, sendo os deste semestre grafados em negrito. Às categorias aqui anotadas serão somadas as do Grande Prêmio da Crítica e a do Prêmio Especial. A votação final acontecerá na segunda-feira que vem (1º/12), na sede do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo. Leia mais

Crítica

Foto: Vilmar Carvalho

Do sagrado e do profano

09 de agosto 2014 |
por Maria Eugênia de Menezes • São Paulo

Escrita por Luís Alberto de Abreu, a peça Sacra folia, apresentada nesta edição da Mostra Latino-Americana de Teatro de Grupo, é tributária de muitas tradições e formas teatrais consagradas. Em sua composição, observamos a estrutura dos autos natalinos, o lugar do metateatro, os apelos farsecos. Além disso, talvez o mais forte vínculo que se possa perceber nessa peça lançada em 1996 é com a obra de outro grande dramaturgo brasileiro: Ariano Suassuna. Leia mais

Crítica

Foto: João Caldas

O Jó inscrito na pele de cada um

13 de julho 2014 |
por Valmir Santos • São Paulo

A mitologia grega pondera deuses com virtudes e defeitos humanos. Vide a frequência com que os baixam do Olimpo para interagir com os mortais. Numa de suas incursões como autor teatral, Woody Allen clama a Zeus, senhor do raio e do trovão, para salvar um grupo de humanos “agradecidos, mas impotentes”. Na comédia Deus (1975), do cineasta, os protagonistas são um ator e um dramaturgo pelejando para encontrar o melhor fim de uma história transcorrida na Grécia Antiga. Já a peça brasileira O livro de Jó (1995), de Luís Alberto de Abreu, sob premiada atuação de Matheus Nachtergaele no Teatro da Vertigem, a inspiração vem da passagem bíblica em que criador e criatura se confrontam. No enredo, homem fervoroso é exortado à provação acometido pelas chagas e pelo abandono da mulher, transbordando questionamentos. Leia mais

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