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Publicações com a tag:

“Magiluth”

Crítica

Foto: Brayan Martins/PMPA

A política da forma do Magiluth

19 de outubro 2016 |
por Fábio Prikladnicki • Porto Alegre

Em sua frase mais célebre, o crítico irlandês Vivian Mercier definiu Esperando Godot, de Beckett, como “uma peça em que nada acontece, duas vezes”, em referência aos dois atos do roteiro. Já O ano em que sonhamos perigosamente, que o grupo pernambucano Magiluth apresentou em setembro último no 23º Porto Alegre Em Cena, é um espetáculo no qual muitas coisas acontecem, mas não sabemos exatamente o quê. Leia mais

Rumos Legado exibe peças e estimula grupos à reflexão crítica

13 de novembro 2014 |
por Teatrojornal

De 12 a 16 de novembro, o encontro Rumos Legado se debruça sobre os acúmulos crítico, estético e político de sete edições do Próximo Ato – Encontro Internacional de Teatro Contemporâneo e da edição única do Rumos Teatro (2010-2012), anterior à conjunção de todas as áreas e formulação global do programa do Itaú Cultural, instituto realizador. A jornada é composta de três espetáculos; sete encontros em que grupos contemporâneos brasileiros compartilham experiências; e duas mesas que aprofundam o debate sobre a relação entre teatro e cidade e sobre modos de direção artística. Todas as atividades são gratuitas. Leia mais

Reportagem

Foto: Pedro Langella

Grupos vivem exposição internacional singular

29 de junho 2014 |
por Gabriela Mellão • São Paulo

2014 é o ano da Copa do Brasil. E da exposição internacional do teatro brasileiro. “O Brasil e suas artes cênicas se tornaram referência mundial”, diz Octavio Arbelaez, curador do Festival Ibero-americano de Teatro de Bogotá, evento cultural mais importante da Colômbia e um dos maiores festivais de artes cênicas do mundo, cuja 14ª edição, que aconteceu em abril, homenageou o Brasil apresentando um panorama do teatro do país em sua programação. Leia mais

Crítica

Foto: Deivyson Teixeira

Um Tchekhov esboçado em imagens

16 de maio 2014 |
por Miguel Anunciação • Belo Horizonte

Nem é necessário ir até Fortaleza para saber o quanto a capital cearense tornou-se um celeiro incrivelmente fértil de humoristas de tônus popular. Tantos, mas tantos profissionais assim, que muitos transbordaram do extenso mercado local dedicado ao humor para os palcos do país afora. Também prosperou por lá, sobretudo ao longo da última década, um teatro menos circunscrito ao riso. Fenômeno semelhante se registrou em outras grandes cidades nordestinas, onde jovens artistas se estabeleceram em grupos e buscaram viver do que fazem. Exemplos do Piollim, de João Pessoa; do Clowns de Shakespeare, de Natal; do Bagaceira, também de Fortaleza; e do Magiluth, de Recife. Leia mais

Artigo

Foto: João Milet Meirelles

A filosofia dos grupos

05 de maio 2014 |
por Valmir Santos • São Paulo

As artes cênicas são, por natureza, gregárias. Sincronizam a respiração no ato ao vivo entre os artistas que ocupam palco, galpão, picadeiro ou espaço público e os espectadores instigados a embarcar nessa nau milenar. Nas tradições orientais e ocidentais, uma das bases da convivência no teatro e na dança diz respeito ao caráter coletivo por trás de cada criação. Em um monólogo dramático ou em um solo coreográfico haverá sempre a interlocução direta ou indireta de uma equipe ancorando as palavras, os gestos, os silêncios e as variantes sensoriais no coração da cena. Leia mais

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