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“Porto Alegre Em Cena"

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“Porto Alegre Em Cena"

Artigo

Sem peias

3.7.2018  |  por Valmir Santos

Com pesquisa e autoria do jornalista e crítico teatral Fábio Prikladnicki, o livro Tânia Farias: o teatro é um sacerdócio (2018) homenageia a atuadora, pesquisadora e encenadora há 25 anos umbilicada à Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, que cruza os 40 anos. A obra é o 8º volume da coleção Gaúchos em Cena, iniciativa do Porto Alegre em Cena – Festival Internacional de Artes Cênicas, sob patrocínio da Braskem e apoio institucional da Prefeitura de Porto Alegre. Desfecho da publicação, o texto a seguir é um ensaio crítico de mesmo título a partir da prática e do pensamento artístico da atriz. Leia mais

Crítica Militante

Em sua frase mais célebre, o crítico irlandês Vivian Mercier definiu Esperando Godot, de Beckett, como “uma peça em que nada acontece, duas vezes”, em referência aos dois atos do roteiro. Já O ano em que sonhamos perigosamente, que o grupo pernambucano Magiluth apresentou em setembro último no 23º Porto Alegre Em Cena, é um espetáculo no qual muitas coisas acontecem, mas não sabemos exatamente o quê. Leia mais

Crítica Militante

Sarah Kane (1971-1999) certa vez escreveu que frequentemente saía do teatro antes do fim, mas nunca fazia o mesmo em um jogo de futebol porque nunca se sabe quando um milagre pode acontecer. A venerada dramaturga inglesa julgava a performance muito mais interessante do que a atuação, mas sua noção não era a do conceito-fetiche da cena contemporânea. Performance, para ela, era uma partida do craque David Beckham ou um show da banda Jesus and Mary Chain, para citar duas de suas preferências. Essa é a autora homenageada pela companhia gaúcha Teatrofídico no espetáculo Cadarço de sapato ou ninguém está acima da redenção, que estreou no início de 2015 e teve novas sessões em setembro último no 23º Porto Alegre Em Cena. Leia mais

Crítica Militante

A função do curador na área de artes cênicas parece, para muitos, incluindo os próprios curadores, imprecisa. Apesar da multiplicação de festivais e mostras de artes cênicas, o termo curadoria ainda é polêmico e está em construção. Na etimologia da palavra, “curare” significa cuidar. O termo é utilizado amplamente nas artes visuais. Para o professor e crítico de arte Roberto Teixeira Coelho (2012), originalmente designava o processo de organização e montagem da exposição pública de um conjunto de obras de um artista ou conjunto de artistas. Leia mais

Crítica Militante

Como uma peça pouco encenada de Albert Camus (1913-1960), que uma estudiosa chegou a classificar em 1961 como um “relativo fracasso”[1] de público, tornou-se um dos espetáculos mais instigantes da cena gaúcha? Recuperando uma joia da dramaturgia, a versão de O mal-entendido levada ao palco pelo diretor Daniel Colin sintetiza uma proposta estética do tipo que usualmente é apresentada por companhias com trabalho continuado. Leia mais

Reportagem

Figuras emblemáticas das artes cênicas da capital gaúcha, a atriz e diretora Adriane Mottola, da Cia. Teatro di Stravaganza, é a madrinha do Porto Alegre em Cena, enquanto o ator Mauro Soares tem sua carreira registrada no livro A luz do protagonista. Leia mais

Reportagem

No ano passado, assistindo aos debates políticos, o diretor Roberto Alvim teve a ideia de montar Júlio César, texto de William Shakespeare. O resultado pode ser visto no Porto Alegre em Cena, em Caesar – Como construir um império, de 8 a 10/9 [e no Centro Cultural São Paulo a partir de 18/9, sexta-feira]. Leia mais