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“Teatro da Vertigem"

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“Teatro da Vertigem"

Encontro com o Espectador

As pesquisas de uma autora, uma atriz e uma diretora se encontraram na criação de Enquanto ela dormia – obra que aborda o abuso sistemático de mulheres por meio de uma história pessoal. O espetáculo foi tema do 13º Encontro com o Espectador, que ocorreu no dia 28 de agosto de 2017, no Ágora Teatro. Na ocasião, a encenadora Eliana Monteiro e a atriz Lucienne Guedes, ambas reconhecidas por suas trajetórias no Teatro da Vertigem, conversaram sob a mediação da jornalista e crítica Maria Eugênia de Menezes. Leia mais

Crítica

O grupo suíço-alemão Rimini Protokoll, integrado pelos artistas Stefan Kaegi, Helgard Haug e Daniel Wetzel, atua numa vertente do teatro contemporâneo cujas criações se dão a partir de dispositivos que abrem um campo de desestabilização entre o ficcional e o real. Dispositivos, no panorama da cena, podem ser definidos como disparadores de sentido que se configuram como intervenções sobre uma geografia ou Leia mais

Crítica

Dirigida por Eliana Monteiro, a mais recente encenação do Teatro da Vertigem, O filho, tem como fonte de inspiração Carta ao pai, texto do escritor tcheco Franz Kafka endereçado ao seu pai e jamais enviado, só publicado postumamente. Trata-se do documento vivo da relação conflituosa entre eles, relato de sentimentos jamais expressos em diálogo. Leia mais

Reportagem

Ela foi servidora da Previdência Social durante 14 anos. Diz que executava bem suas tarefas numa agência da capital paulista, onde nasceu há 49 anos. O salário a satisfazia. Mas o serviço burocrático escudava a resistência em relacionar-se com o outro. Sociabilidade quase zero, inclusive no ambiente de trabalho. Leia mais

Crítica

Pela segunda vez, o Teatro da Vertigem se volta a Franz Kafka. Em 2010, encenou Kastelo, uma versão do romance homônimo. Agora, com O filho, em cartaz no Sesc Pompeia, em São Paulo, torna a lançar olhos para um dos textos capitais do autor checo, Carta ao pai. Leia mais

Nota

Após estrear e fazer duas curtas temporadas na Europa – a primeira no projeto Villes en Scène, em Bruxelas, e a segunda no Festival d’Avignon, na França -, o Teatro da Vertigem abre o processo criativo do espetáculo Dizer aquilo que não pensamos em língua que não falamos. O encontro gratuito acontece quinta-feira, 18/9, na sede do grupo em São Paulo, no bairro da Bela Vista. Leia mais

Crítica

A mitologia grega pondera deuses com virtudes e defeitos humanos. Vide a frequência com que os baixam do Olimpo para interagir com os mortais. Numa de suas incursões como autor teatral, Woody Allen clama a Zeus, senhor do raio e do trovão, para salvar um grupo de humanos “agradecidos, mas impotentes”. Na comédia Deus (1975), do cineasta, os protagonistas são um ator e um dramaturgo pelejando para encontrar o melhor fim de uma história transcorrida na Grécia Antiga. Já a peça brasileira O livro de Jó (1995), de Luís Alberto de Abreu, sob premiada atuação de Matheus Nachtergaele no Teatro da Vertigem, a inspiração vem da passagem bíblica em que criador e criatura se confrontam. No enredo, homem fervoroso é exortado à provação acometido pelas chagas e pelo abandono da mulher, transbordando questionamentos. Leia mais