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“Diogo Vaz Franco”

Crítica

Foto: Cristiano Prim

A claustrofobia da dor

26 de abril 2017 |
por Afonso Nilson • Florianópolis

O bailarino Diogo Vaz Franco e a coreógrafa Elke Siedler, em sua pesquisa sobre a dor em Oscar Wilde, mais especificamente a partir do texto epistolar De profundis, nos trazem uma metáfora sobre o tempo e seu fluxo como referência ao sofrimento. Não há uma narrativa, não há um personagem, não há alusões ao período em que Wilde ficou preso por sodomia e “comportamento indecente” na conservadora Londres do final do século XIX. Mas há no espetáculo de dança contemporânea Recluso a dor em sua latência, em sua contínua expansão dentro do espaço Leia mais

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