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Crítica

No Brasil, ser espectador é padecer – recordo-me desta frase de Bárbara Heliodora – e concordo com ela quando penso em várias pessoas que, apesar de possuírem algum carinho pelas artes cênicas (em geral por terem mantido contato com o teatro, na adolescência), confessam-se perdidas diante da programação dos palcos, tateando entre as ofertas. Leia mais

Crítica

O artista é o Atlântico. Pacífico. Leão. Oceano e fera. Afoga e devora ­– cantadas, essas frases recebem o espectador de Orlando, montagem do Grupo Expressões Humanas, adaptado do romance homônimo de Virginia Woolf (1882-1941), publicado em 1928. A canção de boas-vindas dá o tom do que se pode esperar do espetáculo – um desafio a qualquer ator, que precisa assumir esta dupla condição, de “oceano” e de “fera”, para encenar Orlando. Leia mais