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“Grupo Espanca!"

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“Grupo Espanca!"

Reportagem

Considerado um dos maiores eventos da capital, o Festival Palco Giratório Sesc-Poa chega à sua 10ª edição, entre 8 e 31 de maio, com uma programação voltada ao teatro, à dança, ao circo e às intervenções urbanas. Os ingressos custam entre R$ 7,00 e R$ 20,00 e a venda começou sexta-feira (24/4). Serão apresentadas mais de cem ações artísticas e formativas. Ao todo, 46 espetáculos encenados por 42 companhias de 13 diferentes estados, entre eles: Bahia, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Segundo a coordenadora e curadora do evento, Jane Schoninger, a programação está bem diversa e oscila com diferentes focos. Leia mais

Entrevista

Com a quarta edição anual agendada para maio próximo, o misto de encontro e mostra “Janela de Dramaturgia” tornou-se um dos protagonistas da difusão, estímulo e discussão da escrita teatral em Belo Horizonte. Na entrevista a seguir, elaborada por email, o dramaturgo, ator, diretor e produtor Vinícius Souza, de 26 anos, coidealizador do projeto com a também atriz e autora Sara Pinheiro, discorre sobre as conquistas e desafios da geração de dramaturgos despontada entre a década passada e a atual, fruto da vocação dos grupos para os processos colaborativos. Cresce também os textos não necessariamente embrionários do trabalho coletivo, reafirmação da perspectiva autoral. Leia mais

Reportagem

Feverestival encorpado

30.1.2015  |  por Teatrojornal

O grupo paulistano de circo e teatro La Mínima abre no sábado, 31/1, a 11ª edição do Feverestival – Festival Internacional de Teatro de Campinas. A apresentação da comédia Mistero Bufo, texto do italiano Dario Fo que vê eventos bíblicos à luz dos mistérios medievais, ou seja, sob a ótica popular, está programada para 20h na Concha Acústica do Parque Taquaral. Leia mais

Artigo

Duas cenas curtas balizam a identidade artística do grupo espanca! construída ao longo de sua primeira década.

Em 2004, Por Elise, título homônimo do espetáculo desdobrado no ano seguinte, surpreende e encanta pela exposição de um sistema cênico aparentemente simples ancorado em requintada elaboração das escritas de texto, de cena e de atuação. Essa rara conjunção, almejada por todo criador atilado, finca raízes sob as mãos e pensamentos de moças e rapazes que, intuímos, não pactuam de largada a ambição de revolucionar a morfologia do teatro. Antes, jogam abertamente com os rastros existenciais, as inspirações artísticas embrionárias de suas escolas livres ou formais e a sincronia de época com outros pares inclinados à pesquisa permanente na capital mineira ou alhures. Condensação estilística e moldura poética inatas fixam a inquietação como princípio. Leia mais

Crítica

A tarefa da crítica no teatro costuma ser empobrecida quando toma o texto em si como plataforma. A arte de nosso tempo é lida pelo texto da encenação, a totalidade da dança dos corpos e demais signos em cena. Na dramaturgia de Grace Passô, e particularmente em Congresso internacional do medo (2008), peça da safra colaborativa com o Grupo Espanca! e escalada para a 9ª Mostra Latino-Americana de Teatro de Grupo, a matéria da palavra converte-se ela mesma em fulcro. Impossível mergulhar no oceano simbólico sem ser capturado pelos estalos verbais ou pelas “correspondências sensíveis” de que falava Baudelaire. A natureza da tradução, ofício deveras literário, ganha status de forma e conteúdo nesse espetáculo de poderes encantatórios (a transubstanciação está lá) pelas ideias e imagens que instaura. Leia mais

Crítica

O 14ª Festival de Cenas Curtas, cuja principal etapa terminou na noite de domingo e desdobra-se até o próximo fim de semana, proporcionou a quatro grupos convidados criar obras de até 15 minutos dentro do espírito do teatro de pesquisa que pauta as respectivas trajetórias, bem como os 15 anos do encontro organizado pelo centro cultural Galpão Cine Horto. São eles o Armazém Companhia de Teatro, 26 anos, do Rio; o grupo Clowns de Shakespeare, 20 anos, de Natal; a Companhia Brasileira de Teatro, 14 anos, de Curitiba; e o Grupo Espanca!, 9 anos, de Belo Horizonte, a cidade-sede do encontro. Leia mais

Artigo

Três anos separam o aparecimento de A gaivota da inauguração do Teatro de Arte de Moscou, no final do século XIX. Trata-se do hiato entre um dramaturgo renomado pela condição de contista, cioso de diretores que elevassem o realismo e a simplicidade à enésima potência, e uma companhia teatral inquieta por novas visões estéticas, filosóficas e poéticas para o ator. Do futuro em que escrevemos, o encontro de Tchékhov com a equipe de Stanislavski e Nemirovitch-Dantchenko – a montagem da peça seminal da companhia estreia em 1898 – transformou paradigmas que continuarão a ecoar amanhã adentro. Leia mais