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contracena

Arena, Tapa e Narradores em três tempos hoje [entrevista]

28.9.2010  |  por Valmir Santos

Quando a Cooperativa Paulista de Teatro convidou-me a correalizar entrevista com José Renato, Eduardo Tolentino e José Fernando Azevedo, em março de 2010, destinada à revista Camarim (edição 45 que sai agora em setembro), reagi como possivelmente a maioria dos leitores aqui: estranhamento pelas distâncias geracionais, estéticas e ideológicas entre esses diretores. Pois justamente as diferenças levaram à percepção de que a trajetória de seus espetáculos e respectivos grupos (Arena, Tapa, Narradores) compõe um quadro histórico das memórias cênicas da cidade desde os anos 1950. À luz da primeira década do século XXI, isso diz muito sobre os modos de produzir, pensar e criar no Brasil.

 

(28 de setembro de 2010)

 

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Crítico e repórter no site Teatrojornal – Leituras de Cena, que edita desde 2010. Publicou em periódicos como Folha de S.Paulo, Valor Econômico, Bravo! e O Diário, de Mogi das Cruzes (SP). Autor de livros ou capítulos afeitos à memória e à história do campo teatral. Formado em Comunicação Social, habilitação jornalismo. Cursou doutorado e mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da USP, com pesquisas em crítica e teatro de grupo, e especialização em jornalismo cultural pela PUC-SP. Colabora em curadorias, consultorias ou comissões para mostras e festivais em iniciativas públicas e privadas, bem como elabora textos para enciclopédias e catálogos. Fez parte da fase amadora do Grupo Pombas Urbanas, no bairro de São Miguel Paulista.

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