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“Centro Dramático Nacional de Limousin"

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“Centro Dramático Nacional de Limousin"

Reportagem

O teatro curitibano faz as malas para excursionar ao longo do ano e mostrar a cara em várias praças. Nosso grupo mais respeitado hoje na cena nacional, a Companhia Brasileira parte para a França, onde apresenta entre janeiro e fevereiro Nus, ferozes e antropófagos em quatro cidades, incluindo Paris, ao lado dos grupos Jakart Mugiscué e Centro Dramático Nacional de Limousin. Leia mais

Reportagem

2014 é o ano da Copa do Brasil. E da exposição internacional do teatro brasileiro. “O Brasil e suas artes cênicas se tornaram referência mundial”, diz Octavio Arbelaez, curador do Festival Ibero-americano de Teatro de Bogotá, evento cultural mais importante da Colômbia e um dos maiores festivais de artes cênicas do mundo, cuja 14ª edição, que aconteceu em abril, homenageou o Brasil apresentando um panorama do teatro do país em sua programação. Leia mais

Crítica

Proposta de intercâmbio franco-brasileiro entre a Companhia Brasileira, dirigida por Marcio Abreu, o coletivo Jakart/Mugiscué e o Centre Dramatique National du Limousin, Nus, ferozes e antropófagos foi apresentada no formato de processo dentro da última edição do Festival de Teatro de Curitiba, que tomou conta da capital paranaense entre o final de março e o início de abril. A estreia está marcada para o próximo dia 13 no Théâtre de l’Union – Centre Dramatique National du Limousin, em Limoges, na França. Leia mais

Reportagem

Depois de esgotar ingressos em poucos dias na mostra principal de 2013 com Renata Sorrah em Esta criança, a curitibana Cia. Brasileira de Teatro inova neste Festival com a apresentação de um espetáculo inacabado. Nus, ferozes e antropófagos, com sessões neste sábado e domingo no Teatro do Paiol, é resultado da parceria entre o grupo dirigido por Marcio Abreu e os coletivos Jakart/Mugiscué e Centro Dramático Nacional de Limousin. Leia mais

Nota

Depois de alguns anos de dedicação exclusiva à produção da Cia. Brasileira, a atriz Cássia Damasceno volta aos palcos neste Festival de Curitiba com dois trabalhos de peso. Em Billie, ela encarna uma Billie Holliday já em trajetória decrescente, mantendo vívidos porém desesperançados diálogos com técnicos enquanto grava em estúdio. O preparo que ela fez para viver a cantora de jazz norte-americana salta aos olhos e faz pensar em quanto um ator pode alcançar quando se dedica e é bem dirigido (o texto e direção são de Alexandre França, a partir de gravações reais). Leia mais

Nota

Tradicionalmente o curitibano compra com avidez ingressos para o Festival de Teatro da cidade – cujas bilheterias foram abertas hoje – sem prestar muita atenção à cidade de onde vêm as peças. O grosso vem do eixo Rio-São Paulo, como é natural devido ao volume de produção das duas praças. Se o público não faz muita questão de encontrar artistas curitibanos no palco, a baixa frequência com que o pessoal local é escalado incomoda a classe teatral. Neste ano, a cidade é representada por 2 dos 35 espetáculos: Nus, ferozes e antropófagos, apresentado como ensaio aberto da prestigiada nacionalmente Cia. Brasileira de Teatro, em parceira com os coletivos franceses Jakart/Mugiscué e o Centro Dramático Nacional de Limousin; e Tumba de cães, com direção de Marino Jr. Leia mais