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“Coletivo Angu de Teatro"

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“Coletivo Angu de Teatro"

Crítica Militante

Enxerto amoroso

5.7.2016  |  por Clarissa Falbo

São 13 anos do Coletivo Angu de Teatro, cinco espetáculos no repertório e o propósito de apresentar autores pernambucanos na sedimentação de linguagem própria; dramaturgia e modus actuandi. Nossos ossos (2013), romance de Marcelino Freire por ele transposto para a partitura cênica, frente às solicitações do grupo, conforme o Marcelino fictício (André Brasileiro) esclarece no “prólogo”, trata de amor e da dureza do amor Leia mais

Reportagem

Copi “transbarroco”

30.6.2015  |  por Mateus Araújo

Copi foi insubmisso. Desses que não se regram – literalmente, era sinônimo da desconstrução. Entre suas maquiagens extravagantes, seus vestidos escandalosos e gestual tão intrínseco fez de si a melhor definição da sua própria classificação: o ator-travesti. Leia mais

Reportagem

Ceronha Pontes é daquelas atrizes completas. “Ela é uma mulher de textos fortes, você sabe”, resume perfeitamente bem Claudio Kovacic, reconhecido chef de cozinha e recém-estreante diretor de teatro. Daquelas mulheres que tomam o palco com grandiosidade de interpretação e prendem a plateia pela precisão dos gestos e da emoção, Ceronha estreia, hoje (5/11/), uma nova personagem, forte e particular: Marguerite Duras. Trata-se de um encontro poético e apaixonado com a história de vida da escritora e cineasta de origem vietnamita, considerada nome fundamental da literatura do século 20. Leia mais

Nota

De 12 a 16 de novembro, o encontro Rumos Legado se debruça sobre os acúmulos crítico, estético e político de sete edições do Próximo Ato – Encontro Internacional de Teatro Contemporâneo e da edição única do Rumos Teatro (2010-2012), anterior à conjunção de todas as áreas e formulação global do programa do Itaú Cultural, instituto realizador. A jornada é composta de três espetáculos; sete encontros em que grupos contemporâneos brasileiros compartilham experiências; e duas mesas que aprofundam o debate sobre a relação entre teatro e cidade e sobre modos de direção artística. Todas as atividades são gratuitas. Leia mais

Crítica

O que as loucuras e os medos de uma pessoa dizem sobre quem ela é? Os delírios de Camille Claudel (1864-1943), escultora francesa, aluna e amante de Auguste Rodin (1840-1917), abandonada pelo mestre e internada pelos parentes em um asilo, são a matéria-prima usada pela atriz Ceronha Pontes para esculpir os contornos da personagem. Leia mais