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Folha de S.Paulo

Suposto policial aponta arma para atores em espetáculo

24.3.2008  |  por Valmir Santos

São Paulo, segunda-feira, 24 de março de 2008

TEATRO 

VALMIR SANTOS 
Do enviado especial a Curitiba 

Um mal-entendido entre um suposto policial e atores de uma peça de Plínio Marcos quase terminou em tragédia no Festival de Curitiba.

O incidente ocorreu ontem, às 12h, no centro da cidade. Os atores Paulo Américo e Thiago Barros, da Cia. Independente de Teatro (SP), interpretavam “laçadores” que atraem homens para o bordel na adaptação de “Abajur Lilás”, peça de 1969.

Um homem que se identificou como policial reagiu aos palavrões e ao assédio dos personagens, que interagiam com o público de 60 pessoas. O homem sacou uma arma, dizendo que “em Curitiba não se diz palavrão”. Os artistas registraram queixa. 

Crítico e repórter no site Teatrojornal – Leituras de Cena, que edita desde 2010. Publicou em periódicos como Folha de S.Paulo, Valor Econômico, Bravo! e O Diário, de Mogi das Cruzes (SP). Autor de livros ou capítulos afeitos à memória e à história do campo teatral. Formado em Comunicação Social, habilitação jornalismo. Cursou doutorado e mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da USP, com pesquisas em crítica e teatro de grupo, e especialização em jornalismo cultural pela PUC-SP. Colabora em curadorias, consultorias ou comissões para mostras e festivais em iniciativas públicas e privadas, bem como elabora textos para enciclopédias e catálogos. Fez parte da fase amadora do Grupo Pombas Urbanas, no bairro de São Miguel Paulista.

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