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“Jean-Pierre Sarrazac"

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“Jean-Pierre Sarrazac"

Artigo

Mesmo com o recorte curatorial razoavelmente preciso, amparado nos eixos que foram propostos para a MIT 2015, que por um momento recaem sobre temas, assuntos e em outros sobre meios implicados na criação, é uma evidência que o diverso se impõe porque em qualquer caso os contornos desse campo anunciado se alargam na mesma medida em que os temas se transformam em questões de pensamento nem sempre pacíficas e os jogos com a linguagem se renovam a cada um dos trabalhos apresentados na Mostra. Mas, se o diverso é uma evidência é preciso então investigar as suas nuances. Porque uma crítica que se conforma à constatação da diversidade ou à sua mera descrição é uma crítica natimorta. Exije-se, pois, para sair fora dessa condição, certo espírito de uma aventura possível de pensamento. Leia mais

Reportagem

Pedras caiadas desenham os 50 anos do Odin Teatret. São 30 pontos brancos sobre a grama na entrada da sua sede. Troncos enlaçados por faixas amarelas, vermelhas e roxas conformam uma alameda rumo aos pavilhões e aos galpões da área arborizada onde até junho de 1966 funcionava uma fazenda. Os jovens daquela primeira formação do grupo já encontravam vacas pastando por ali, gênese do Nordisk Teaterlaboratorium. As mutações da arquitetura do local resultaram, ao longo dos anos, em salas de ensaio e de apresentação, além de setores de administração, arquivo, biblioteca, cozinha e quartos. Florescimento da filosofia do convívio laboratorial, treinamento e pesquisa na veia. Leia mais

Crítica

Circula nas redes sociais uma charge criada sobre a série de animação Pink e o Cérebro, que tem como personagens dois ratos sempre às voltas com planos mirabolantes para conquistar o mundo. Na arte do chargista, o atrapalhado ajudante Pink pergunta ao seu líder, o Cérebro: “O que vamos fazer em 2014?” A resposta: “O mesmo de todos os anos, tentar emagrecer e ficar rico”. O humor, de ironia cáustica, brota do contraste entre a resposta esperada, “conquistar o mundo”, e a efetivamente dada. Se na síntese da arte gráfica a quebra de expectativa serve ao riso, no espetáculo Bola de ouro uma abordagem similar ganha o tom indignado e grave do acerto de contas. Leia mais