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“Laila Garin"

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“Laila Garin"

Nota

Reunida na noite de segunda-feira, 4, a comissão de teatro da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) relacionou os indicados abaixo pela temporada do primeiro semestre na cidade de São Paulo. As montagens Conselho de classe, carioca, e Assim é (se lhe parece), paulista, emplacaram três indicações cada uma. Às categorias aqui anotadas serão somadas a do Grande Prêmio da Crítica e a do Prêmio Especial. A votação relativa ao ano de 2014 ocorrerá em dezembro e a entrega da premiação, em março de 2015. Leia mais

Crítica

Em janeiro de 1982, a duas semanas de sua morte com parcos 36 anos, Elis Regina é sabatinada no programa Jogo da verdade, da TV Cultura. O apresentador Salomão Ésper abre, de chofre: “Elis Regina, até que ponto pode ser profundo e honesto um ‘Jogo da Verdade’ sobre a sua carreira e a Música Popular Brasileira?”. Ela ergue os braços para trás, envolve a nuca com as duas mãos, movimenta o corpo com suavidade na cadeira giratória, para lá e para cá, e discorre sobre desnudar-se completamente perante o outro. “Eu acho que a gente faz parte de um grande teatro. Cada um tem o seu papelzinho e cada um tem o seu coringa gravado, guardado dentro da manguinha, aqui, para fazer sua canastra na hora precisa. Então, na medida em que isso possa ser feito, a gente preserva alguns dados para o futuro, que ninguém é bobo, não é, meu bem?”. Leia mais

Nota

O resultado da 26ª edição do Prêmio Shell no Rio de Janeiro – revelado na noite da última terça-feira, no Espaço Tom Jobim, no Jardim Botânico – evidenciou a soberania de alguns trabalhos da cena teatral carioca de 2013: Laila Garin, intérprete de Elis Regina em Elis – a musical, Aurora dos Campos, cenógrafa de Conselho de classe, Thanara Schönardie, figurinista de A importância de ser perfeito, e Tomás Ribas, iluminador de Moi lui, também saíram vencedores da primeira edição do Prêmio Cesgranrio.

Mas houve muitas diferenças em relação aos dois resultados, a começar pelo fato de o júri do Shell não ter privilegiado um espetáculo, ao contrário do júri do Cesgranrio, que consagrou Conselho de classe.

Aderbal Freire-Filho foi consagrado pela direção de 'Incêndios' Leo Aversa

Aderbal Freire-Filho consagrado por ‘Incêndios’

Melhor diretor por Incêndios, Aderbal Freire-Filho lembrou de sua luta pela recuperação da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (Sbat). Aderbal, inclusive, foi indicado por essa batalha na categoria Inovação, que ficou, porém, com o diretor Marcus Vinicius Faustini, idealizador do projeto Home theatre, que consistiu na realização de cenas nas casas de moradores de partes distintas do Rio de Janeiro. Ainda concorrendo nessa categoria, integrantes do movimento Reage, artista distribuíram aos convidados um folheto no qual sintetizam suas ações no primeiro ano de atividades e estenderam uma grande faixa onde estava escrito “Lei da Cultura Rio já”.

Em cerimônia apresentada sem qualquer excesso pela atriz Renata Sorrah, o Shell homenageou a aderecista, cenógrafa e figurinista Marie Louise Nery.

Premiados:

Autor – Julia Spadaccini por A porta da frente
   
Direção – Aderbal Freire-Filho por Incêndios
 
Ator – Enrique Diaz por Cine_monstro
 
Atriz – Laila Garin por “Elis, a musical”
 
Cenário – Aurora dos Campos por Conselho de classe
 
Figurino – Thanara Schönardie por A importância de ser perfeito
 
Iluminação – Tomás Ribas por Moi lui
 
Música – Gabriel Moura por Cabaré Dulcina
 
Inovação – Marcus Vinícius Faustini, pelo conceito e proposta do Festival Home theatre

Nota

Conselho de classe e Elis, a musical lideram as indicações à 26ª edição do Prêmio Shell no Rio de Janeiro – ambos aparecem destacados em três categorias cada –, agendada para a noite desta terça-feira, no Espaço Tom Jobim, Jardim Botânico. Recentemente consagrado na primeira edição do Prêmio Cesgranrio, Conselho… é um dos espetáculos comemorativos dos 25 anos da Cia. dos Atores. Leia mais

Crítica

Na esteira das produções que homenageiam os grandes nomes da música brasileira, Gonzagão – A lenda destaca-se por remeter mais ao imaginário popular nordestino que aos conflitos pessoais ou às curiosidades da indústria de entretenimento. Talvez seja esse, justamente, o segredo da longevidade do espetáculo que estreou no Rio de Janeiro em 2012, ano do centenário do nascimento de Luiz Gonzaga, depois fez temporada em São Paulo e em Salvador, regressou para o Rio e agora se encontra em turnê por Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia e Sergipe. Leia mais