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“Luigi Pirandello"

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“Luigi Pirandello"

Artigo

Duas cenas curtas balizam a identidade artística do grupo espanca! construída ao longo de sua primeira década.

Em 2004, Por Elise, título homônimo do espetáculo desdobrado no ano seguinte, surpreende e encanta pela exposição de um sistema cênico aparentemente simples ancorado em requintada elaboração das escritas de texto, de cena e de atuação. Essa rara conjunção, almejada por todo criador atilado, finca raízes sob as mãos e pensamentos de moças e rapazes que, intuímos, não pactuam de largada a ambição de revolucionar a morfologia do teatro. Antes, jogam abertamente com os rastros existenciais, as inspirações artísticas embrionárias de suas escolas livres ou formais e a sincronia de época com outros pares inclinados à pesquisa permanente na capital mineira ou alhures. Condensação estilística e moldura poética inatas fixam a inquietação como princípio. Leia mais

Reportagem

A natureza dramática dos escritos de Luigi Pirandello (1867-1936) e o expediente da coprodução são duas orientações-chave para navegar na programação do 15º Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília. Foram escaladas 23 encenações oriundas da Espanha, Escócia, França, Argentina e Brasil. As apresentações acontecem durante 13 noites, entre 19 e 21 de agosto, ocupando oito espaços, dois deles ao ar livre. Leia mais

Reportagem

Onde está a verdadeira mentira: na representação dos atores ou nos jogos de retórica dos políticos? Em A arte da comédia, que aporta amanhã no Sesc Santana após cumprir quase um ano de temporada no Rio, o diretor Sergio Módena vale-se da obra do autor italiano Eduardo de Filippo (1900-1984) para discutir a natureza da arte teatral. Mas não só. Os costumes hipócritas da sociedade e as artimanhas do jogo de poder entre os governantes também são postos sob escrutínio na criação. Leia mais

Reportagem

Depois da tempestade, parecia ser o prenúncio da paz. Os últimos dois anos não foram fáceis para o Grupo Galpão. Às portas dos 30 anos de carreira, seus atores resolveram se lançar à ficção realista de Anton Chekhov. Foram atrás de um especialista russo no escritor para dirigi-los. Buscaram e testaram linguagens com as quais tinham pouca familiaridade. “É uma inquietação sem fim”, comenta o ator Eduardo Moreira. “Estamos sempre atrás de desafios e riscos.” Leia mais