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“Luiz Bertazzo"

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“Luiz Bertazzo"

Reportagem

A companhia Vigor Mortis aprofunda sua relação com as histórias em quadrinhos a partir da próxima sexta-feira (26/6) com a estreia de Lobos nas paredes, adaptação para o palco da obra de Neil Gaiman com desenhos de Dave Mckean. Leia mais

Crítica

Um casal em choque com o desaparecimento da filha elabora, sob forte tensão, narrativas que ocupem o lugar agora ausente. Obscura fuga da menina apertando sobre o peito um lenço de renda, espetáculo da CiaSenhas em cartaz no Teatro Novelas Curitibanas até 16 de março, apresenta uma intensa relação entre esses dois personagens, talvez num dos vínculos mais fortes já vistos em nossos palcos. Leia mais

Nota

Atores com carreira em fase crescente estarão juntos em cena na remontagem do espetáculo amorFO, com texto e direção de Adriano Esturilho, de Curitiba. Andrew Knoll (da companhia Vigor Mortis, protagonista do curta A fábrica, pré-selecionado ao Oscar em 2013) e Luiz Bertazzo (ator da CiaSenhas que também tem feito papéis no cinema e não estava na primeira versão da peça) estão em cena no espetáculo sobre uma relação platônica do passado, aids e suicídio. A atriz Patrícia Saravy também faz uma participação em vídeo.

A opção por investir num trabalho que obteve sucesso em 2007, no lugar de partir para novas empreitadas, é explicada pelo desejo de continuar a pesquisa que, na época, foi impactante para os artistas. O projeto tem previsão de estreia para depois do Festival de Teatro de Curitiba, dia 8 de maio.

Andrew Knoll e Hermison Nogueira em 2007

Reportagem

A CiaSenhas estreia nesta quinta a peça mais realista de seus 15 anos de vida. Mas é um realismo estranho, como condiz com a companhia experimental e o dramaturgo de Obscura fuga da menina apertando sobre o peito um lenço de renda, o argentino Daniel Veronese. Leia mais

Crítica

Como dar corpo à meticulosa dramaturgia de subversões ao personagem, ao ator, ao narrador, ao diálogo, ao observador, ao título? Em Circo negro, tudo está em suspenso feito o pisar tenso do trapezista no arame de aço, sob o mar de olhos estupefatos a seus pés. Leia mais

Artigo

Cada um é a soma de signos e atos que carrega em seu mundo desde o primeiro respiro. A palavra, o gesto, o toque, o silêncio e o que as mulheres e os homens fazem deles dizem muito do indivíduo. Conforme Hannah Arendt, em A condição humana, “essa qualidade reveladora do discurso e da ação vem à tona quando as pessoas estão com outras, isto é, no simples gosto da convivência humana, e não ‘pró’ ou ‘contra’ as outras”. As personagens de Sueli Araujo não conseguem estar com ninguém nas peças aqui reunidas. Algumas tentam companhia, mas não vingam plenamente; já se bastam na luta para suportar a própria. São umbilicalmente deslocadas. Desassossegadas consigo, com o outro, com a casa, com a cidade. O anônimo, o vizinho e o consanguíneo são divisados desde a beira do fosso. Uma ponte pênsil imaginária estendida até o lado de lá regula minimamente os acenos, gritos, sussurros, risos, choros. Leia mais