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“Antenor Fischer”

Resenha

Foto: Arquivo Pessoal/Ivo Bender

O teatro gaúcho do século XIX revivido

26 de julho 2016 |
por Fábio Prikladnicki • Porto Alegre

Durante muito tempo, acreditou-se que a história da dramaturgia produzida no Rio Grande do Sul foi protagonizada por um punhado de nomes esparsos no tempo, como Araújo Porto Alegre (1806-1890), Qorpo-Santo (1829-1883), Álvaro Moreyra (1888-1964), Ivo Bender (1936), Carlos Carvalho (1939-1985) e Vera Karam (1959-2003). Destes, Qorpo-Santo, Moreyra e Carvalho hoje emprestam seus nomes a salas de espetáculo em Porto Alegre, mas não parece haver um continuum entre eles. É nesse contexto que a monumental Antologia da literatura dramática do Rio Grande do Sul (Século XIX), obra em oito volumes escrita pelo pesquisador Antenor Fischer, vem derrubar alguns mitos. Leia mais

Reportagem

Foto: Martino Piccinini

O amante lítero-dramático

27 de janeiro 2015 |
por Fábio Prikladnicki • Porto Alegre

Passou praticamente despercebido o lançamento, em novembro de 2014, de um livro que recupera parte fundamental da história do Estado: o Dicionário de autores da literatura dramática do Rio Grande do Sul, com informações sobre dramaturgos que escreveram desde o século 19 e iluminam as principais questões políticas e sociais da época. Seu autor, o pesquisador Antenor Fischer, 55 anos, tem se debruçado há 12 anos sobre o tema em uma série de estudos de proporção sem precedentes. Até então, a dramaturgia ocupava um espaço periférico nas histórias da literatura, que costumam enfocar a prosa e a poesia. Leia mais

Reportagem

Foto: Reprodução

Pesquisador mapeia dramaturgia gaúcha

20 de janeiro 2015 |
por Michele Rolim • Porto Alegre

O pesquisador Antenor Fischer, 55 anos, se dedicou a um trabalho de formiguinha nos últimos anos em dedicação à memória do teatro do estado. Ele desenvolveu o Dicionário de autores da literatura dramática do Rio Grande do Sul (Fischer Press, 2014, 350 págs., R$ 70) durante o programa de pós-doutoramento sob a orientação do professor doutor Luís Augusto Fischer, da Ufrgs – que, apesar do sobrenome, não é parente do autor. “Pode-se, agora, continuar discutindo a qualidade artístico-literária das peças teatrais, mas jamais a quantidade”, avisa o pesquisador. Leia mais

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