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Publicações com a tag:

“Juliana Galdino”

Crítica

Foto: Caio Gallucci

‘Fluxorama’, a ordem e o sentido das palavras

17 de agosto 2016 |
por Maria Eugênia de Menezes • São Paulo

Já se passou uma década desde sua estreia. Mas Jô Bilac continua a ser apresentado como um jovem e promissor dramaturgo carioca. E, não raras vezes, como herdeiro direto de Nelson Rodrigues, um enfant terrible, a emular o estilo e o humor do autor de Vestido de noiva. Fluxorama, obra atualmente em cartaz no Sesc Ipiranga e que já mereceu montagens anteriores, não vem para negar os rótulos que se colaram à persona de Bilac. Leia mais

Crítica

Foto: Lee Kyung Kim

Fantasmagoria e iluminação

12 de dezembro 2015 |
por Gabriela Mellão • São Paulo

Uma lua negra paira suspensa sobre a cena de Fantasmas, novo espetáculo da Companhia Club Noir adaptado do clássico homônimo de Henrik Ibsen. Leia mais

Reportagem

Foto: Daniel Seabra

A existência em três tempos segundo Beckett

15 de setembro 2014 |
por Michele Rolim • Porto Alegre

Em cena, três mulheres. Imóveis. Na penumbra. Em três tempos diferentes. A atriz Paula Spinelli fala sobre suas descobertas e surpresas diante de fatos. Juliana Galdino comenta suas dores, medos e fragilidades, e por fim, Nathalia Timberg narra o enfrentamento da morte. “Infância, fase adulta e velhice coexistem no palco”, explica o diretor Roberto Alvim sobre o espetáculo Tríptico Samuel Beckett. Leia mais

Reportagem

Foto: Daniel Seabra

Cena austera que desafia o espectador

15 de setembro 2014 |
por Daniel Schenker • Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, Roberto Alvim se notabilizou como importante incentivador da nova dramaturgia brasileira. A mudança para São Paulo, onde fundou sua companhia, a Club Noir, fez com que seu trabalho ganhasse inegável densidade. Alvim seguiu destacando autores pouco difundidos no Brasil e passou a se apropriar de textos em encenações marcadas por assinatura vigorosa. O diretor vem investindo em montagens sintéticas (não costumam durar mais de uma hora), como se procurasse extrair o sumo das obras escolhidas ao invés de apresentá-las em suas integridades. As refinadas articulações realizadas a partir dos textos e a reduzida, mas precisa, iluminação são elementos que evidenciam uma proposta teatral que exige disponibilidade do espectador, confrontado com um ritmo consideravelmente menos acelerado que o vapt-vupt contemporâneo. Leia mais

Reportagem

Foto: Sossô Parma

Memória da ditadura e estalos formais no CCSP

08 de abril 2014 |
por Teatrojornal

A segunda e última semana do projeto O imaginário dos 50 anos do golpe segue demarcando criticidade e inventividade artística para pensar os estilhaços da ditadura civil e militar brasileira (1964-1985) no âmbito da programação especial do Centro Cultural São Paulo. Esta instituição municipal – das mais horizontais em termos de acesso ao público de todos os quadrantes – teve sua construção esboçada justamente sob o regime de exceção e inaugurada em 1982, às vésperas da “reabertura”. Emblemática, portanto, a disposição de presentificar seu acervo à luz dos subterrâneos do regime e instigar criadores da música, cinema, artes visuais, dança, teatro e outras linguagens a revolver os meandros dessa história que não acabou. Memória e estalos formais. Leia mais

Reportagem

Foto: Daniel Seabra

Nathalia Timberg vai a Beckett com o Club Noir

29 de janeiro 2014 |
por Maria Eugênia de Menezes • São Paulo

Quando o telefone tocou, Nathalia Timberg precisou de algum tempo para responder. Do outro lado da linha, o diretor Roberto Alvim, da cia. Club Noir, fazia-lhe uma proposta para encenar Samuel Beckett. Seria sua primeira incursão pela obra do autor irlandês em seus 60 anos de carreira. Antes de dizer o que acha, ela espera. Pausa. Leva três segundos em silêncio. E só então aceita. Não como quem decide. Mas como se cedesse a um chamado: “Ah, mas aí fica muito tentador…”, disse. Leia mais

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