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“São Luís"

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“São Luís"

Reportagem

Se os museus brasileiros, locais destinados à preservação e pesquisa da História e da Cultura, não recebem a devida atenção, imagine a dificuldade das companhias de teatro para manter acervos de uma arte intrinsecamente associada ao efêmero. Na tentativa de dimensionar ao menos em parte o problema, o Teatrojornal entrevistou integrantes de alguns grupos brasileiros que além da lida cotidiana por recursos para a criação de espetáculos e sedes para a preparação de suas obras – processo que envolve investigação de temas, leituras, espaço físico para ensaios e experimentação com materiais, para pesquisa de figurinos, de luz e de sonoridades – têm de lidar também com a dificuldade de conservação de trajes, cenografia, objetos de cena e registros de memória tais como fotos, programas, publicações. Leia mais

Crítica

Em São Luís

Merece análise a performance Sintética idêntica ao natural apresentada na última noite da Semana de Teatro no Maranhão devido a potencia crítica de alguns dos procedimentos criativos adotados por Erivelto Viana, que atua como Cintia Sapequara. Leia mais

Crítica

Em São Luís

Pode nem ter sido proposital, mas o contraponto entre as formas dramática e a narrativa no espetáculo As três fiandeiras, apresentado já na reta final da X Mostra de Teatro no Maranhão, funciona como uma espécie de argumento a favor da segunda. Leia mais

Crítica

Em São Luís

Numa arte presencial e territorial como o teatro, o empenho pode ser tão importante quanto o desempenho. O objeto artístico que nasce da necessidade irrefreável de expressar inconformidade com algum aspecto da vida social ou da existência tende a produzir relevância de alguma ordem mesmo se os recursos de linguagem nele investidos são precários. Já um ponto de partida frágil, por exemplo, baseado em vaidade ou oportunidade, pode tornar inócuas as formalizações mais elaboradas. Mas quando é preciso dialogar com uma cena cujo processo pouco se conhece, a tentativa de interlocução coloca o crítico na mesma situação do artista-palhaço, ou seja, diante da possibilidade do tombo que expõe os fundilhos rotos da ignorância. Não importa de que lado da ribalta se está, há que correr risco.

É difícil compreender a gênese do solo da atriz e palhaça Nilce Braga, Eles e nós, apresentado na X Semana de Teatro no Maranhão. Leia mais

Crítica

Em São Luís

Não vem exatamente de um grupo ou companhia teatral o espetáculo Núpcias, apresentado na noite de quarta-feira na programação da X Semana de Teatro no Maranhão. Mesmo a palavra espetáculo, como termo significando produto de consumo cultural, talvez não lhe caiba, ao menos como ponto de partida. O Núcleo Atmosfera (NUA) que lhe dá origem foi criado há dez anos no âmbito do Departamento de Artes Cênicas da Universidade Federal do Maranhão Leia mais

Crítica

Em São Luís

Ao assistir ao espetáculo da maranhense Pequena Companhia de Teatro e ao olhar o entorno onde ela se inspira, a impressão imediata é a de que a escolha dos materiais e as operações de linguagem sobre eles como que criam um parangolé dramático talhado à medida pra vesti-los. O conto de Gabriel Garcia Marquez (Um senhor muito velho com suas asas enormes) oferece o tecido, a matéria primeira, mas a montagem é fruto de motivos, modelos e técnicas intuídas pelo próprio grupo, de modo que mesmo estando lá, e bem assimilada, a narrativa original dá lugar a uma obra nova, em boa medida autônoma quanto aos seus argumentos. Leia mais

Crítica

Em São Luís

Vem de milenar linhagem cômica a personagem central da peça Palita no trapézio que abriu na manhã de terça-feira a programação infantil da X Semana de Teatro no Maranhão. Palita, palhaça criada por Michelle Cabral, que também assina texto e direção, é parente do João Grilo, do Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna e do boneco Benedito, das histórias de Mamulengo, uma família artística de gente de barriga vazia e cabeça cheia de artimanhas. Leia mais