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“Elcio Nogueira Seixas"

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“Elcio Nogueira Seixas"

Artigo

Uma ilha cercada pelas águas do lago Guaíba, na Grande Porto Alegre, e um apartamento térreo na região da Avenida Paulista, em São Paulo, foram escolhidos como territórios poéticos de espetáculos em que a arte problematiza a experiência de confinamento. Exibidos em vídeo no Palco Virtual, novo espaço dentro da programação online do Itaú Cultural, as obras têm seus efeitos amplificados à luz da quarentena. Afinal, quais figurações possíveis ao corpo, à violência, à dor e à morte nos dias de hoje? Acrescente-se mais um caminho, o do medo, extraído de um conto milenar que se passa numa casa na floresta, e o quadro desenhado torna-se ainda mais sugestivo à reflexão.

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Crítica

Fim de jogo, encenação de Isabel Teixeira para a peça de Samuel Beckett que integrou a Mostra Oficial da última edição do Festival de Curitiba, coloca o público diante de extravasamentos. De início, há indicações concretas. A montagem é destinada a um número reduzido de espectadores, que ficam confinados num determinado cômodo. Isabel Teixeira, porém, explode algumas delimitações. Leia mais

Entrevista

Como muitos de sua geração, que viveu em cena a modernização dos procedimentos de criação e de produção, Renato Borghi, de 76 anos, 55 deles pisando o palco ou o chão não convencional, transformou seu nome em sinônimo de teatro. Foram poucas as incursões pela televisão e cinema do cofundador do Oficina, em 1958, núcleo amador em que cravou sua veia cênica na fase profissional de 1961 a 1972. Leia mais

Crítica

Um extraterrestre amante do teatro ficaria iludido com as proximidades não só geográficas, mas culturais, diante da sequência de autores sul-americanos em cartaz em São Paulo neste setembro. Ao chileno Marco Antonio de La Parra e ao argentino Daniel Veronese, encenados na cidade ao longo do mês, soma-se o peruano Eduardo Adrianzén. O autor nascido em 1964 chega ao país por meio de Azul resplendor. Leia mais

Reportagem

Já em cima do palco, depois que as cortinas estiverem abertas, Eva Wilma irá dizer: “Eu não era só bonita. Era uma boa atriz também. Recebi muitos convites pra trabalhar e acabei me transformando numa estrela. Logo veio a televisão e também um pouco de cinema. Fiz alguns filmes, muita televisão e grandes peças de teatro”.
O depoimento não é autobiográfico. Obra de ficção, faz parte do espetáculo Azul resplendor. Mas essas frases guardam tantas semelhanças com a realidade, que essa bem poderia ser uma súmula do percurso da própria intérprete. Prestes a completar 80 anos, Eva também comemora neste ano outra efeméride: seis décadas de carreira. Período em que colecionou uma notável galeria de personagens em peças, novelas e filmes. Leia mais