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“Elias Andreato"

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“Elias Andreato"

Crítica

O que torna o homem humano? Será que os atos mais elementares da vida são suficientes para fazer do homem um homem? Samuel Beckett questiona o sentido de humanidade em Esperando Godot, clássico escrito após a Segunda Guerra que faz ecoar a desesperança de seu tempo. A obra se limita a tratar sobre o que é mais primário ao indivíduo, o sobreviver, como se o viver fosse um despropósito, uma ostentação. Leia mais

Reportagem

As relações amorosas na terceira idade ainda são um tema pouco recorrente no cinema e no teatro, mas, aos poucos, vêm ganhando espaço. O filme argentino Elsa & Fred (2005) – que inclusive ganhou uma versão hollywoodiana – caiu nas graças do público. Baseada no filme argentino, chega a Porto Alegre a peça Elza e Fred – o amor não tem idade Leia mais

Crítica

Num plano mais evidente, o monólogo Eu não dava praquilo, atualmente em cartaz no Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil, é uma homenagem à atriz Myrian Muniz, lembrada por sua trajetória teatral: a formação na Escola de Arte Dramática, o contato com o cenógrafo Flávio Império, o acúmulo de experiências no Teatro de Arena, o ingresso na companhia de Dulcina de Moraes, a fundação do Teatro Escola Macunaíma, a direção do show Falso brilhante, da cantora Elis Regina. Entretanto, Muniz é trazida à tona como símbolo do sentido genuíno do ofício do ator, sintetizado numa passagem: “No teatro, você vê que pode fazer o outro. Quando você percebe o outro, se percebe também. Quando descobre o outro, se descobre também”. Talvez seja o momento em que mais sobressaia o comprometimento de Scapin não “só” com Muniz, mas com a sua profissão. Leia mais

Nota

Ao longo desta primeira quinzena de dezembro o Projeto Fauzi Arap ocupa o Teatro Popular do Sesi e o Espaço Mezanino, ambos no Centro Cultural Fiesp, em São Paulo, com montagens e leituras de peças do dramaturgo e diretor morto em 5 de dezembro de 2013, aos 75 anos. Leia mais

Crítica

A mitologia grega pondera deuses com virtudes e defeitos humanos. Vide a frequência com que os baixam do Olimpo para interagir com os mortais. Numa de suas incursões como autor teatral, Woody Allen clama a Zeus, senhor do raio e do trovão, para salvar um grupo de humanos “agradecidos, mas impotentes”. Na comédia Deus (1975), do cineasta, os protagonistas são um ator e um dramaturgo pelejando para encontrar o melhor fim de uma história transcorrida na Grécia Antiga. Já a peça brasileira O livro de Jó (1995), de Luís Alberto de Abreu, sob premiada atuação de Matheus Nachtergaele no Teatro da Vertigem, a inspiração vem da passagem bíblica em que criador e criatura se confrontam. No enredo, homem fervoroso é exortado à provação acometido pelas chagas e pelo abandono da mulher, transbordando questionamentos. Leia mais

Reportagem

Misericordioso, justo, piedoso. Mas também vingativo. Dado a rompantes de ódio e caprichos inexplicáveis. Deus não está nada satisfeito. Está descontente com o homem. Imensamente decepcionado consigo próprio. Não sabe mais o que fazer. E, depois de muito relutar, resolveu partir para a terapia. Leia mais

Reportagem

Há mentiras que se tornam verdade. A tal ponto que passa a importar pouco que tenham acontecido ou não. Ao escrever Mozart e Salieri, o russo Aleksander Pushkin tratava da relação entre os dois compositores, instaurando entre eles uma mortal rivalidade. Nos anos 80, quando Peter Shaffer lançou a peça Amadeus, que posteriormente inspiraria o filme premiado de Milos Forman, a disputa entre os dois artistas voltou à berlinda. Leia mais