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“Leandro Knopfholz"

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“Leandro Knopfholz"

Reportagem

Daqui a cinco anos, quem sabe, a 25ª edição do Festival de Teatro de Curitiba poderá ser lida como aquela em que os abalos político-econômicos do momento brasileiro lhe fizeram algum bem. As sacudidas que quase cancelaram o evento por falta de recursos, a cinco meses da abertura, também empurraram os organizadores da presumida zona de conforto. Leia mais

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O maior evento teatral do Brasil começa hoje e segue até o dia 5 de abril. Em sua 24ª edição, o Festival de Curitiba continua a manter a proposta e os números superlativos que o caracterizam desde sua criação. Serão 29 espetáculos, entre eles sete estreias nacionais. E a mostra oficial permanece como uma vitrine do que se passa nos palcos do País – especialmente no eixo Rio-São Paulo. Leia mais

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Foi com esforço que o Festival de Teatro de Curitiba não voltou neste ano ao tamanho da primeira edição, em 1992, quando foram apresentadas 14 peças. Mas, apesar da queda de orçamento, de R$ 8 milhões previstos para R$ 6 milhões efetivos, o 24ª capítulo do evento trará 29 espetáculos na mostra oficial, ante os 38 do ano passado. O evento vai de 24 de março a 5 de abril. Leia mais

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Seguindo uma marca dos últimos anos, o Festival de Teatro de Curitiba deste ano traz na noite de estreia um espetáculo internacional. De 24 de março a 5 de abril, a cidade vive sua lua de mel anual com as artes cênicas, e desta vez conhecerá o trabalho de quatro grupos estrangeiros (dois dos EUA e dois da Espanha). Leia mais

Nota

Cerca de 2.500 pessoas participaram ontem, dia 24, da abertura da 23ª edição do Festival de Curitiba. A cerimônia, realizada na Expo Renault do parque Barigui, reuniu representantes dos patrocinadores do evento, o diretor do Festival, Leandro Knopfholz, além de autoridades dos governos federal, do Estado e do município. Em meio aos discursos de praxe, que saudaram a longevidade do Festival e sua representatividade nacional, houve o anúncio de uma nova política pública para o teatro local. Marcos Cordiolli, presidente da Fundação Cultural de Curitiba, lançou o programa Casa Cheia, um incentivo para que o público frequente as mostras em cartaz. Quem assistir a um espetáculo paranaense, ganha no ato da compra do ingresso R$ 10 de desconto. O repasse de recursos, garante Cordiolli, irá diretamente para os artistas envolvidos.

Após as formalidades, foi apresentado o espetáculo El hombre venido de ninguna parte, da cia. chilena La Reyneta. A partir de restos de materiais, como ferro e madeira, o grupo cria uma série de artifícios para contar a história de um homem que viaja no tempo. Após sofrer um acidente, o dono de um restaurante é levado a outras épocas, nas quais encontra amores e enfrenta batalhas. Quase sem diálogos, a peça possui apenas um breve monólogo do protagonista, que foi devidamente traduzido para o português.

Obra perdeu nuances em espaço fechadodivulgação

Obra perdeu nuances em espaço fechado

A simplicidade e a precisão dos recursos utilizados na montagem são seu maior atrativo. Um mesmo compartimento de metal pode se transformar em cápsula do tempo, em navio que atravessa tempestades no mar ou em automóvel.

Concebido para ser apresentado na rua, o espetáculo foi prejudicado pelo espaço fechado em que ocorreu a abertura. Ficou a impressão de que ganharia corpo se encenado em um espaço público, sujeito às intervenções e ao contato com a plateia.

As sessões para o público, gratuitas, acontecem hoje, dia 26, e amanhã, na Praça Santos Andrade, às 21h30.

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Um festival para celebrar Shakespeare. No ano em que o maior autor teatral da história completa 450 anos de nascimento, o Festival de Curitiba reservou parte considerável de sua programação para homenageá-lo. O mais esperado título de 2014, The rape of Lucrece, é uma criação da prestigiosa Royal Shakespeare Company. Inspirado em um poema do escritor inglês, trata-se, segundo seus criadores, de uma “terrível fábula sobre a luxúria, o estupro e a política”. Leia mais

Nota

Tradicionalmente o curitibano compra com avidez ingressos para o Festival de Teatro da cidade – cujas bilheterias foram abertas hoje – sem prestar muita atenção à cidade de onde vêm as peças. O grosso vem do eixo Rio-São Paulo, como é natural devido ao volume de produção das duas praças. Se o público não faz muita questão de encontrar artistas curitibanos no palco, a baixa frequência com que o pessoal local é escalado incomoda a classe teatral. Neste ano, a cidade é representada por 2 dos 35 espetáculos: Nus, ferozes e antropófagos, apresentado como ensaio aberto da prestigiada nacionalmente Cia. Brasileira de Teatro, em parceira com os coletivos franceses Jakart/Mugiscué e o Centro Dramático Nacional de Limousin; e Tumba de cães, com direção de Marino Jr. Leia mais