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“Kiko Marques"

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“Kiko Marques"

Crítica

Colhida pulsante no tempo presente, a matéria de que é feita a peça Insones, com dramaturgia de Victor Nóvoa e direção de Kiko Marques, é apresentada ao espectador quase que ainda colada ao cotidiano mais prosaico e, ao mesmo tempo, tornada profundamente estranha. Não há fábula ou narrativa a ser seguida, apenas uma situação compartilhada: a reunião de quatro amigos, dois homens e duas mulheres, no curto período que antecede a passagem de ano. Juntos, eles fracassam fragorosamente a cada tentativa de instaurar a atmosfera de celebração, alegria e troca afetiva pedida pela ocasião. Leia mais

Encontro com o Espectador

O diálogo em torno do espetáculo Sobre ratos e homens trouxe alterações no formato e no espaço do Encontro com o Espectador. A 18ª edição, em 29 de abril de 2018, migrou, excepcionalmente, da Sala Vermelha, de 70 lugares, para a Sala Itaú Cultural, com o triplo de capacidade quase preenchida naquela tarde de domingo. Leia mais

Crítica

Um homem precisa de outro homem. A vida pede companhia, troca, cumplicidade. Mas o afeto tem suas limitações. E mesmo o mais poderoso dos laços pode esbarrar na brutalidade do mundo. Sobre ratos e homens, montagem de 2016 que agora retorna em curta temporada no Itaú Cultural, traz a história de John Steinbeck (1902-1968) sobre trabalhadores desempregados que vagam pelo Oeste americano durante a Depressão Econômica dos anos 1930. Leia mais

Encontro com o Espectador

O ator, dramaturgo e diretor Kiko Marques, cofundador da Velha Companhia (2003), e a atriz Denise Weinberg, cofundadora do Grupo Tapa (1979), foram os convidados do 4º Encontro com o Espectador. O espetáculo Sínthia norteou o diálogo de 29 de setembro de 2016, no Ágora Teatro. Leia mais

Crítica Militante

Luto e beleza

18.10.2016  |  por Kil Abreu

Kiko Marques reapresenta em Sínthia recursos formais experimentados no belo Cais ou Da indiferença das embarcações (2012). Ali já era perceptível a ambição que vai notabilizando o ator e diretor também como um dramaturgo importante na cena de São Paulo. Naquele espetáculo já se desenhava com rigor mais que razoável algumas coordenadas que talvez possam demarcar escolhas e características de estilo: Leia mais

Crítica Militante

A estreia de Cais ou da indiferença das embarcações, em 2012, teve ares de revelação. Debruçada sobre as gerações de uma mesma família, a peça veio evidenciar o cuidadoso trabalho da Velha Companhia e, sobretudo, chamar atenção para a escrita de Kiko Marques. Até então pouco conhecido, o dramaturgo surpreendia pela maneira como elegia o narrador da história, como emaranhava os pontos de vista, como entrelaçava morte e vida, memória e esquecimento. Em seu título mais recente, Sínthia, muitos dos traços presentes em Cais voltam a se manifestar. Especialmente, a capacidade de Marques de criar uma narrativa envolvente para o público. Leia mais

Reportagem

A eleição da APCA – Associação Paulista de Crítcos de Arte – só acontece no final do ano. Mas, como já é costume na entidade, os críticos, em reunião informal, fizeram uma pré-seleção dos indicados para o 1º semestre.

As montagens Folias Galileu  e Eu não dava Praquilo receberam o maior número indicações, com três cada uma. Leia mais