23.7.2014 | por Maria Eugênia de Menezes
Um dos mais longevos e profícuos grupos do teatro de São Paulo, a Cia. do Latão abre nesta quarta-feira, 23, uma mostra de seu repertório mais recente. Na Oficina Cultural Oswald de Andrade, serão apresentados O patrão cordial – última criação do diretor Sérgio de Carvalho – , Ópera dos vivos e Círculo de giz caucasiano. “Apresentar esses trabalhos em conjunto marca o fechamento de um ciclo de trabalho. Talvez o mais bonito da história do Latão”, diz Carvalho. Leia mais
21.7.2014 | por Maria Eugênia de Menezes
Verão na Espanha não é tempo só de praia, mas também de festivais. Em todo o país, julho e agosto são meses em que diversas regiões recebem uma intensa programação cultural. E, curiosamente, muitos desses eventos acabam sendo também a oportunidade de levar o público a revisitar históricos espaços de espetáculo. Leia mais
20.7.2014 | por Michele Rolim
Bebidas, cigarros e um cenário que beira o caos (com direito a uma cama no meio da plateia) convidam o espectador a adentrar o universo bukowskiano. Trata-se do novo trabalho do Depósito de Teatro, que completa 18 anos, Bukowski – histórias da vida subterrânea. Em cartaz até 17 de agosto, de sexta-feira a domingo, às 20h, no Teatro de Arena, em Porto Alegre. Leia mais
20.7.2014 | por Fábio Prikladnicki
O velho safado voltará a dar as caras no palco. Autor adaptado recorrentemente no teatro, o norte-americano nascido na Alemanha Charles Bukowski (1920–1994) será vivido pelo experiente ator Roberto Oliveira, que também dirigirá a montagem. Leia mais
17.7.2014 | por Fábio Prikladnicki
Se você nunca ouviu falar do dramaturgo grego contemporâneo Dimítris Dimitriádis, não deve se sentir culpado. Ele é relativamente pouco conhecido fora do país natal e da França, onde teve sua primeira peça, O preço da revolta no mercado negro, encenada pelo então jovem Patrice Chéreau (1944 – 2013) em 1968. Em 1971, a obra foi montada em São Paulo pelo diretor Celso Nunes. Mais recentemente, em 2013, a Cia. Kiwi (SP) levou à cena seu texto Morro como um país, que valeu à atriz Fernanda Azevedo um Prêmio Shell. Leia mais
15.7.2014 | por Michele Rolim
Não é de hoje que artistas da cena teatral gaúcha reclamam da deficiência de espaços, das curtas temporadas, bem como da precariedade de estrutura de algumas salas. Não há como negar que a produção aumentou, mas os espaços não. Leia mais
13.7.2014 | por Valmir Santos
A mitologia grega pondera deuses com virtudes e defeitos humanos. Vide a frequência com que os baixam do Olimpo para interagir com os mortais. Numa de suas incursões como autor teatral, Woody Allen clama a Zeus, senhor do raio e do trovão, para salvar um grupo de humanos “agradecidos, mas impotentes”. Na comédia Deus (1975), do cineasta, os protagonistas são um ator e um dramaturgo pelejando para encontrar o melhor fim de uma história transcorrida na Grécia Antiga. Já a peça brasileira O livro de Jó (1995), de Luís Alberto de Abreu, sob premiada atuação de Matheus Nachtergaele no Teatro da Vertigem, a inspiração vem da passagem bíblica em que criador e criatura se confrontam. No enredo, homem fervoroso é exortado à provação acometido pelas chagas e pelo abandono da mulher, transbordando questionamentos. Leia mais
10.7.2014 | por Valmir Santos
O jornalista, crítico e estudioso teatral Sebastião Milaré, 68 anos, morreu por volta das 9h30 desta quinta-feira. Há cerca de um mês diagnosticado com câncer de intestino, ele estava internado no hospital Cruz Azul, em São Paulo. “A doença evoluiu rapidamente”, afirma uma de suas sobrinhas, Célia Regina Vieira da Cruz. O velório acontece a partir das 18h de hoje no cemitério Jardim da Colina, em São Bernardo do Campo (Rua Jardim da Colina, 265, Jardim Petroni). O sepultamento está marcado para amanhã, às 11h, no mesmo local. Leia mais
9.7.2014 | por Valmir Santos
Em artigo publicado no catálogo de uma exposição voltada à obra do paulistano Flávio Império (1935-1985), no final da década de 1990, o milanês Gianni Ratto (1916-2005) prospectava como seria interessante escrever uma história do teatro brasileiro analisada sob a ótica de seus cenógrafos. Radicado no país desde 1954, ele questionava até que ponto a “grafia da cena” influenciou os processos criativos como a dramaturgia o fez na evolução da nossa modernidade dos palcos – e da qual ele foi um dos protagonistas. Cioso do texto como epicentro, legado de sua geração na Europa, não escondia o ceticismo da falta de correspondência qualitativa no caso brasileiro porque “muitas vezes a dramaturgia teria sido muito melhor servida se seus textos tivessem sido apresentados vestidos somente da esplêndida nudez de suas palavras”. Leia mais
3.7.2014 | por Michele Rolim
Ao assistir ao nohttps://teatrojornal.com.br/wp-admin/upload.phpvo espetáculo do diretor Luciano Alabarse, o espectador pode esperar encontrar uma tragédia moderna em cena. A vertigem dos animais antes do abate estreia amanhã [3/7], às 21h, no Theatro São Pedro, em Porto Alegre. O texto é assinado pelo autor grego Dimítris Dimitriádis (nascido em 1944), que bebe na fonte da tragédia grega clássica. “Essa mistura de um texto absolutamente contemporâneo, que usa elementos remissivos ao berço do teatro ocidental, é algo muito explosivo”, comenta Alabarse, que divide, mais uma vez, a direção com Margarida Peixoto. Leia mais