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“Mário Bortolotto"

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“Mário Bortolotto"

Crítica

Uma lua negra paira suspensa sobre a cena de Fantasmas, novo espetáculo da Companhia Club Noir adaptado do clássico homônimo de Henrik Ibsen. Leia mais

Nota

Não é um grupo de teatro, mas de autores. O Centro de Dramaturgia Contemporânea (CDC) acaba de lançar a série Palavras para teatro – sete vezes dramaturgia, coleção da editora Patuá composta por igual número de livros com peças inéditas ou em processos de montagem assinadas por Denio Maués (Escandinavos, Em caso de emergência quebre o vidro e Espera); Drika Nery (Um sol cravado no céu da boa e Esboço para uma quase paisagem); Fabio Brandi Torres (A chance de uma bola de neve no inferno e Da natureza de fronhas e lençóis); Luis Eduardo de Sousa (Ás de copas e Pretérito imperfeito); Luís Indriunas (Eik tu, o que é que aconteceu e Um coração real); Marcos Gomes (Luz fria); e Paula Autran (Nos países de nomes impronunciáveis). Todos vinculados ao CDC. Leia mais

Reportagem

Passou a Copa do Mundo, as eleições se aproximam, mas o calendário avisa que o segundo semestre é tempo do maior evento de teatro da capital dos gaúchos. A 21ª edição do Porto Alegre em Cena irá dominar os palcos locais entre os dias 4 e 22 de setembro. No início da semana, no lançamento oficial, foi conhecida a grade de espetáculos para este ano. Leia mais

Crítica

Radicado em São Paulo há muitos anos, onde já foi agraciado com um Prêmio Shell pelo conjunto de sua obra teatral, Mário Bortolotto é um dos muitos artistas de diversas áreas que nasceram em Londrina (PR) e se tornaram inter/nacionalmente notáveis. Como Arrigo Barnabé, Paulo de Moraes, Domingos Pellegrini, Patrícia Selonk, Rodrigo Garcia Lopes, Itamar Assumpção (de Arapongas, cidade vizinha, mas nutrido artisticamente em Londrina), dentre outros. Leia mais

Reportagem

Para jornalistas de fora da cidade que acompanham há tempos o Festival de Curitiba, o evento deste ano trouxe um estranho esvaziamento. Apesar de a organização ter registrado a presença de 230 mil espectadores no total, o grande número de espetáculos na mostra principal (eram 34, mais 4 de rua) causou divisão na plateia – dessa vez não foram tantas as atrações com ingressos esgotados e sempre havia poltronas vagas nas apresentações. Leia mais

Nota

Atualmente, falar em dramaturgia paranaense lembra de imediato o programa de formação de novos autores do Sesi, o Núcleo de Dramaturgia, que completa cinco anos. Mas um ciclo de leituras dramáticas promovido pelo Teatro Guaíra pretende colocar no foco escritores que se dedicam ou se dedicaram ao teatro há bem mais tempo por aqui. Leia mais

Crítica

Mário Bortolotto comete alguns espetáculos surpreendentemente adoráveis. São 22h de domingo, última sessão do espetáculo e do Fringe naquela noite. Palquinho de um auditório escolar. A garrafa de uísque (cênico?) em punho. Enésima citação jocosa a um best-seller (sobrou para Paulo Coelho). Desprezo por uma banda ou cantor de época (dos aos 80, no caso). Adoração pelo blues e pelo rock na trilha, música na veia do também vocalista. A codependência das histórias em quadrinhos. O andar balangante (dessa vez pés no chão, o coturno ficou na coxia). E ainda assim, ou por tudo isso, o espectador afeito ao trabalho do Grupo Cemitério de Automóveis sai de Whisky e hambúrguer (título difícil de engolir) com a plena sensação de que o teatro acontece, aconteceu naquela uma hora. Leia mais