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“Miguel Rocha"

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“Miguel Rocha"

Crítica

A anomalia que se abateu sobre a realidade e o imaginário do Brasil nos últimos meses é discutida com senso de urgência em obras nascidas da pesquisa teatral continuada. O poder de indignar-se vem coligado à disposição para empreender rupturas igualmente substanciais no terreno das formulações estéticas. Autodeclarados desde os sinais gráfico e de pontuação que carregam nos nomes, ruídos de ajuntamento, os espetáculos Gota d’água {PRETA} e [In]justiça constituem relevantes perspectivas de posicionamento nesse sentido, criticando de maneira contundente o racismo e a desigualdade social. Leia mais

Encontro com Espectadores

As inquietações da Companhia de Teatro Heliópolis ao pesquisar e criar o espetáculo Sutil violento, bem como o impacto da linguagem corporal na construção de imagens críticas e poéticas reveladoras do quanto a opressão tem sido naturalizada no cotidiano, nortearam o 12º Encontro com o Espectador Leia mais

Crítica

Tempos gritantes

1.9.2017  |  por Valmir Santos

Certos espetáculos permitem exercitar a livre associação com obras de outros tempos, mesmo se não as presenciamos. Sutil violento, da Companhia de Teatro Heliópolis (SP), por exemplo, reverbera inversamente Um grito parado no ar, de Gianfrancesco Guarnieri, encenada pela primeira vez em 1973, por Fernando Peixoto.
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Galeria

Sutil violento

31.7.2017  |  por Bob Sousa

O espetáculo da Companhia de Teatro Heliópolis trata das inquietações do cotidiano, das formas de confrontos e opressões nas relações humanas. E foi nesse frenesi pela cidade tão caótica que chegamos ao belíssimo espaço ocupado pela trupe, no bairro paulistano do Ipiranga, na tentativa de pouso de um olhar – mediado pelas lentes – para as sutilezas até então invisíveis nos entrecruzamentos da violência naturalizada. Sutil violento está em cartaz na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, até 27 de agosto. Uma encenação de Miguel Rocha com atuações de Alex Mendes, Arthur Antonio, Dalma Régia, David Guimarães, Klaviany Costa e Walmir Bess. Leia mais

Crítica

Intrínseca à linguagem do teatro desde sempre, a instabilidade entre artifício e realidade é cada vez mais tornada matéria de trabalho na cena contemporânea. Nessa vertente, claramente alinhada com as experimentações que vêm tomando os palcos nos últimos tempos, o diretor da Companhia de Teatro Heliópolis, Miguel Rocha, cria o espetáculo Medo como experiência de trânsito em um espaço labiríntico e difuso entre o falso e o verdadeiro.

Itinerante, a montagem-instalação com texto assinado por Gustavo Guimarães, e escrito em processo colaborativo, ocupa todos os cômodos e também o palco da Casa de Teatro Maria José de Carvalho, Leia mais