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Publicações com a tag:

“Nelson Baskerville"

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“Nelson Baskerville"

Reportagem

Feminino e masculino há muito deixaram de ser definições precisas de gênero. Neste ano, o Facebook atualizou as suas opções. Quem usa a rede social em inglês já pode escolher entre 50 formas distintas de se identificar: cisgênero, intersexual, transgênero. Nas escolas, as crianças também têm forçado uma discussão sobre essa questão. Em muitos casos, roupas e comportamentos não encontram mais correspondência na tradicional visão que temos de meninos e meninas. Leia mais

Reportagem

Cada palavra carrega em si uma determinada maneira de ver o mundo. Em japonês, o termo ‘komorebi’ serve para descrever o momento em que a luz do sol é filtrada pelas folhas. Para os alemães, ‘waldeinsamkeit’ é o modo preciso de se nomear o sentimento de solidão que uma pessoa experimenta quando está em contato com a natureza. Na Itália, ‘pentimento’ quer dizer arrependimento, mas é também o jeito de se falar da alteração em uma pintura. Aquela situação em que um quadro é restaurado e ficam evidentes seus rascunhos, mostrando que o artista mudou de ideia enquanto pintava. Leia mais

Nota

O resultado dos editais de ocupação dos espaços da Funarte em São Paulo tem gerado protestos entre os artistas de dança e teatro. Ao contrário do que aconteceu no Rio e em Brasília, onde os candidatos inscritos foram selecionados, o edital paulista desclassificou todos os concorrentes. “A Funarte, que é a fundação nacional para as artes, está trabalhando contra os artistas”, disse Sandro Borelli, presidente da Cooperativa Paulista de Dança. “Esse edital é esquizofrênico.” Leia mais

Crítica

Há quase 70 anos, no dia 28 de dezembro de 1943, o grupo Os Comediantes estreava no Teatro Municipal do Rio de Janeiro a segunda peça escrita por Nelson Rodrigues, Vestido de noiva. No elenco estavam Evangelina Guinle (Alaíde), Auristela Araújo (Madame Clessi), Stella Perry (Lúcia) e Carlos Perry (Pedro). Erigido posteriormente como ponto zero do teatro moderno no Brasil, o espetáculo foi resultado da confluência de múltiplos fatores e iniciativas. A começar, pelo esgotamento do sistema teatral vigente até então, focado em comédias e revistas que não atendiam às demandas de jovens artistas e de intelectuais ávidos por renovações cênicas em curso desde a virada do século, mas inéditas no país. A originalidade do texto somou-se à direção precisa de um polonês que veio para o Brasil fugindo da II Guerra – e terminou por ser nosso primeiro encenador – Zbigniew Ziembinski. E ainda a inventividade de um paraibano – também considerado nosso primeiro cenógrafo moderno – Tomás Santa Rosa. Leia mais

Entrevista

Como muitos de sua geração, que viveu em cena a modernização dos procedimentos de criação e de produção, Renato Borghi, de 76 anos, 55 deles pisando o palco ou o chão não convencional, transformou seu nome em sinônimo de teatro. Foram poucas as incursões pela televisão e cinema do cofundador do Oficina, em 1958, núcleo amador em que cravou sua veia cênica na fase profissional de 1961 a 1972. Leia mais