Menu

Publicações com a tag:

“Schaubühne"

Assine nossa newsletter

Publicações com a tag:

“Schaubühne"

Crítica

Em Avignon

O personagem-título da obra Shakespeariana Ricardo III, grande destaque do Festival de Avignon este ano [a 69ª edição na cidade do sul da França termina no sábado, 25], encenado pelo alemão Thomas Ostermeier, desfila sobre o palco seus defeitos como atributos. Leia mais

Crítica

Em sua segunda edição, a Mostra Internacional de Teatro de São Paulo (MITsp) conseguiu consolidar seu lugar. Encerrado no domingo, após dez dias de programação, o evento já tem data marcada para 2016 e foi capaz de superar várias das dificuldades do ano de estreia. Leia mais

Crítica

Fluxos e contrações

15.3.2015  |  por Valmir Santos

Ao deslocar o referencial dramático dos protagonistas para a coadjuvante, os criadores de Senhorita Julia não apenas reelaboram no texto o lugar da criada, valorizando o monólogo interior sem macular as demais vozes, como estabelecem no palco um sistema global de fluxo de consciência apoiado por outros níveis narrativos de imagens, sons e espaços. A alteridade que brota dos sentimentos de Kristin coabita também o público observador das operações cênicas e cinematográficas conjugadas. Trata-se de um percurso de contrações da alma. Leia mais

Marcelo Lipiani

Crítica

Realidades obscenas

10.3.2015  |  por Valmir Santos

As reflexões de classe e de gênero originalmente implicadas em Senhorita Julia (1888) estão sublinhadas e problematizadas também segundo a cor da pele na livre adaptação de Christiane Jatahy para o envolvimento da moça branca, filha do patrão, com o motorista negro da família. Se no prefácio a sua peça o sueco Augusto Strindberg (1849-1912) dizia não preconizar lição de moral, a diretora tampouco cede a julgamentos ao atritar matizes escandinavos com a memória escravocrata do Brasil que cava os abismos sociais ora perpetuados. Leia mais

Reportagem

Ele não é dado a reverências. Nem tem muitos pruridos ao lidar com obras que, de tão clássicas, fazem muita gente estremecer. “E por que eu deveria agir de outra maneira?”, questiona o diretor Thomas Ostermeier. “Aquilo que chamamos de clássicos também se alimentaram de outras referências. Shakespeare bebeu em outras fontes, anteriores a ele, para escrever Hamlet.” Leia mais