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Cacilda Becker é uma obsessão antiga de José Celso Martinez Corrêa. Desde os anos 1990, o diretor do Oficina se dedica à memória da maior atriz brasileira. Quando resolveu estrear Cacilda!!!, a motivação não era diferente. Mas a multidão nas ruas atropelou a trama que já estava pronta para ir ao palco. Leia mais

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A Praça Roosevelt tornou-se o epicentro do teatro alternativo na cidade. Dois dos grupos mais atuantes dessa cena, porém, resolvem agora voltar aos clássicos. Após um hiato de dez anos, os Satyros retornam à tragédia grega com Édipo na Praça, uma versão da obra de Sófocles. Logo ao lado, os Parlapatões também empreendem sua visita aos cânones da dramaturgia. Pela primeira vez, os palhaços encenam um texto daquele que é considerado o mestre da comédia ocidental: Molière. Leia mais

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Franz foi o filho fora da curva de Hermann Kafka, o comerciante judeu de origem pobre que começou a trabalhar como ambulante, depois abriu uma mercearia e de fato vingou como um comerciante bem-sucedido no centro de Praga, então uma cidade desimportante naquele final de século 18, sob a monarquia austro-húngara. Leia mais

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Um dos encontros mais afetivos e efetivos em que colaborei, escrevendo críticas ou mediando rodas de reflexão junto a criadores de várias paragens do país, teve sua nona edição adiada por falta de recursos, indiferença dos gestores públicos da cultura, insensibilidade da iniciativa privada e, quem sabe, pelo alheamento da própria categoria e dos estudantes de artes cênicas se não empreenderem alguma forma de reação. Leia mais

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No festival da crise de representatividade que sacode o país, o que os corações e mentes da construção simbólica têm a dizer, a conectar com os protestos? Ou subverter em termos da própria representação, como o fazem em arte? O segundo ato do encontro Cultura Atravessa projetou polissemia esperançoso de encontrar os grãos de pólen de sua primavera num efetivo despertar de significância desse campo para a sociedade e a cidadania. Um lugar entre o levante e a relevância. Leia mais

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A eleição da APCA – Associação Paulista de Crítcos de Arte – só acontece no final do ano. Mas, como já é costume na entidade, os críticos, em reunião informal, fizeram uma pré-seleção dos indicados para o 1º semestre.

As montagens Folias Galileu  e Eu não dava Praquilo receberam o maior número indicações, com três cada uma. Leia mais

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Amor. Liberdade. Revolução. São palavras gastas – pelo uso e pelo tempo. São ideias difíceis de apreender. Mas foram essas as linhas condutoras escolhidas pela Cia. do Tijolo para criar seu novo espetáculo.

Cantata para um bastidor de utopias, em cartaz no Sesc Pompeia, baseia-se em um texto de Federico García Lorca: Mariana Pineda. Obra de juventude do poeta espanhol, a peça conta o trágico destino de uma heroína de seu país. No século 19, Mariana foi morta pelo governo do rei Fernando VIII. Seu crime: ter bordado uma bandeira para a causa dos liberais republicanos. E, pior do que isso, ter se recusado a delatar seus companheiros. Leia mais

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Naum Alves de Souza nunca deixou de escrever. Ao longo dos últimos anos, o consagrado autor de Aurora da minha vida também continuou a atuar como diretor, conduzindo espetáculos de dramaturgos clássicos e contemporâneos. Com Operação trem-bala, porém, ele volta a fazer algo que as plateias não puderam presenciar nos últimos 15 anos: encena um texto de sua autoria. Leia mais

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O Brasil tem muito mais a ver com Franz Kafka do que se poderia imaginar. Sabe-se que o escritor tcheco descreveu situações absurdas, mostrou as armadilhas da burocracia, criticou formas despóticas de poder. Mas não são apenas esses os pontos de contato entre a ficção do autor e o País. Ao menos, não são esses os aspectos que Denise Stoklos resolveu destacar em seu próximo espetáculo. Leia mais

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Já em cima do palco, depois que as cortinas estiverem abertas, Eva Wilma irá dizer: “Eu não era só bonita. Era uma boa atriz também. Recebi muitos convites pra trabalhar e acabei me transformando numa estrela. Logo veio a televisão e também um pouco de cinema. Fiz alguns filmes, muita televisão e grandes peças de teatro”.
O depoimento não é autobiográfico. Obra de ficção, faz parte do espetáculo Azul resplendor. Mas essas frases guardam tantas semelhanças com a realidade, que essa bem poderia ser uma súmula do percurso da própria intérprete. Prestes a completar 80 anos, Eva também comemora neste ano outra efeméride: seis décadas de carreira. Período em que colecionou uma notável galeria de personagens em peças, novelas e filmes. Leia mais