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Ainda que todas as palavras tenham sido usadas, nem tudo foi dito. Ao menos, não de todas as maneiras. O episódio do holocausto já ensejou um sem-número de análises, filmes, livros e peças. Parece ter sido visto por todos os ângulos. Mas algo ali permanece intocado, capaz de instigar novos criadores. “Retomar esses temas revela quanto o ser humano pode tomar rumos absurdos e inusitados”, considera Lee Taylor, diretor do espetáculo Mise en scène: Holoch. “Há alguns anos, o questionamento sobre como se reuniram condições políticas e sociais para que tal acontecimento fosse possível tem sido recorrente, mas obviamente nunca haverá uma resposta satisfatória.” Leia mais

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Uma romântica. Dessas que não existem mais. Para criar o espetáculo Eu não dava praquilo, o ator Cássio Scapin debruçou-se sobre os poucos registros que conseguiu encontrar sobre Myriam Muniz. Vestígios de uma mulher completamente devotada ao teatro, “que ia muito além do estereótipo de atriz engraçada que guardamos dela”, comenta o intérprete. Leia mais

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As manifestações populares que deram o tom à Flip neste ano também reverberaram no Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto. Não apareceram em discursos ou análises, como no evento de Paraty. Mas se refletiram em alguns dos espetáculos selecionados para esta edição do FIT. Leia mais

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Dossiê Odin Teatret

20.7.2013  |  por Valmir Santos

No programa do primeiro espetáculo do Odin Teatret, Ornitofilene (Os amigos dos pássaros), de 1964, lia-se: “Nosso teatro não busca entreter nem defender teses. Apenas fazemos perguntas para as quais cada um de nós deve encontrar suas próprias respostas: a arte comprometida não dá respostas precisas, antes formula as perguntas precisas”. Leia mais

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Encontro que tem demonstrado vocação para discutir, refutar ou inovar o estatuto da representação nas artes cênicas, o Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto expôs na última edição, encerrada no fim de semana, a sua própria crise de representatividade. Leia mais

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Um festival para São José do Rio Preto. Em sua 13.ª edição, o evento do oeste paulista permanece como o maior e mais importante do gênero no Estado. Mas, assim como já havia demonstrado em anos anteriores, traz poucas novidades para quem não mora na cidade. Não há estreias nacionais. E considerável parcela da programação já foi vista tanto em capitais, como Rio e São Paulo, quanto em outros festivais. Leia mais

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Ele já foi chamado de “mestre do teatro site-specific”. Afinal, criou peças que se passam em lugares tão inusitados, como os bastidores de uma sala de concerto, um jardim, um museu e até mesmo os cômodos de sua própria casa. A presença constante de elementos tecnológicos nessas criações, também lhe renderam o título de “menos convencional e mais ousado dos autores do teatro escocês”. Leia mais

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Cibele Forjaz, 43, anda dormindo pouco. Não mais do que quatro horas por noite. A maratona diária, ela conta, não poupa fins de semana, começa logo de manhã e costuma se estender pela madrugada. São ensaios de atores, testes de luz, ajustes de cenário, 30 pessoas trabalhando sem parar para deixar tudo pronto para a estreia de “O Idiota”, uma versão da obra de Dostoiévski que a diretora apresenta a partir de hoje, no Sesc Pompeia.

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E um tempo de promessas não cumpridas.  Reality shows garantem flagrar a vida real.  Relacionamentos virtuais são vendidos como uma maneira de diminuir distâncias – e riscos.  Alardeia-se que o teatro tenha restado como resquício de épocas mais delicadas, “arte do encontro” entre ator e público.  “Mas o que se apresenta hoje praticamente prescinde da plateia, não é mais do que um simulacro”, acredita Pedro Cardoso.  “A possibilidade do encontro está falseada pelo formalismo do negócio em que o teatro se transformou. ”

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O anglicismo no nome artístico de Ron Daniels condiz com os cerca de 30 espetáculos de Shakespeare em seu currículo. Fluminense de Niterói, Ronald Gomes Daniel vive fora do Brasil há 48 anos. Na Inglaterra, o então jovem ator foi logo alçado a diretor, ofício maturado em quase três décadas de trabalhos junto à Royal Shakespeare Company, uma das mais prestigiadas do Reino Unido. Em 1997, ele se mudou para os EUA, onde esteve associado por anos à companhia American Repertory Theatre. Atualmente, como profissional freelancer, tem peças e óperas na agenda até 2014. Leia mais