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“Antonio Candido"

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Biocritica Kil Abreu conta...

Biocritica - Uma questão de conta...

Neste momento não se pode começar um texto sobre crítica e sobre críticos senão reafirmando o estado atual das coisas. Que alcança a crítica mas vem antes e está além. Para nós que não nos sentimos capturados pelas políticas da morte (o que não nos faz melhores), a sensação é de que o humano está sendo devastado pela doença e pelo assassinato como política de Estado. Ponto crítico. É um momento da democracia em que se pode parafrasear os versos daquela canção falando sobre o aqui que ainda era construção, mas já é ruína. Os mais politizados perguntarão, com razão: “Mas quando não foi assim?”. A diferença fundamental é que no agora, como em poucos outros agoras, a ordem autoritária monta estratégias próprias. A matança, como sempre, tem endereços prioritários. Não cabe descer aqui a pormenores, não é o tema, mas cabe lembrar – não é questão de querer ou não – que este é forçosamente também o sítio da crítica. E a crítica não deve querer estar em suspenso sobre a nervatura do real, deve fazer parte dela.

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Biocritica Dossiê conta...

Biocritica - Uma questão de conta...

Rever raízes

4.1.2021  |  por Valmir Santos

Este Teatrojornal – Leituras de Cena completou dez anos em 20 de março de 2020, na esteira da chegada da pandemia e, com ela, tudo que se sabe. Diante do presente que dilata a qualidade ou estado do que é temporal, provisório e efêmero, assumimos o delay e criamos uma ação comemorativa da década de trabalho continuado do site. O dossiê Biocrítica vai reunir artigos acerca de nossa trajetória e de outros dez espaços empenhados na crítica de teatro na internet.

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Artigo

A primeira vez que conversaram foi por escrito. Em carta de 4 de fevereiro de 1942, o estudante de ciências sociais Florestan Fernandes pediu desculpas pela “intrometida intimidade” e discorreu sobre a qualidade dos artigos que o assistente da cadeira de sociologia, Antonio Candido, publicava no jornal Folha da Manhã. Dias depois, conheceram-se presencialmente, nos corredores da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, a antiga FFCL, no prédio da rua Maria Antônia, região central de São Paulo. Na ocasião, Fernandes lia um livro sobre Buda e não se conteve: deu “uma aula” a propósito do príncipe nepalês cujo nome significa aquele que despertou do sono da ignorância.

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Artigo

Mesmo com o recorte curatorial razoavelmente preciso, amparado nos eixos que foram propostos para a MIT 2015, que por um momento recaem sobre temas, assuntos e em outros sobre meios implicados na criação, é uma evidência que o diverso se impõe porque em qualquer caso os contornos desse campo anunciado se alargam na mesma medida em que os temas se transformam em questões de pensamento nem sempre pacíficas e os jogos com a linguagem se renovam a cada um dos trabalhos apresentados na Mostra. Mas, se o diverso é uma evidência é preciso então investigar as suas nuances. Porque uma crítica que se conforma à constatação da diversidade ou à sua mera descrição é uma crítica natimorta. Exije-se, pois, para sair fora dessa condição, certo espírito de uma aventura possível de pensamento. Leia mais

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