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Artigo

No ambiente nacional de declínio público, os problemas dos festivais de teatro vêm sistematicamente à tona. Para terminar com os enigmas insolúveis e quebra-cabeças mágicos que envolvem mostras de caráter continuado é necessária uma reflexão Leia mais

Artigo

Uma narrativa sobre o Teatro de Grupo na América Latina, como convida a presente edição da Cavalo Louco [ver nota de rodapé], talvez pudesse ser traçada por meio da memória dos espetáculos vivenciados por este espectador, à maneira de acenos de um panorama transcorrido desde o final da década de 1980 até os dias de hoje. Leia mais

Reportagem

A organização da terceira Mostra Internacional de Teatro de São Paulo apresenta similaridade com a primeira ao ser condicionada pela medida do possível. A pressão cronológica que em 2014 não frustrou em qualidade, agora, sob aperto de ordem financeira, tampouco deve decepcionar na escolha das obras. Leia mais

Crítica

Os realistas

13.2.2016  |  por Daniel Schenker

O título da peça de Will Eno (The realistic Joneses, que, na tradução brasileira de Ursula e Erica de Almeida Rego Migon, foi resumido para Os realistas) traz imediatamente à tona uma perspectiva histórica. Leia mais

Crítica

Sinal dos tempos de crise ou mera coincidência, fato é que os monólogos vicejam nesse início de temporada em São Paulo. Denise Weinberg está com o seu Testamento de Maria; Thiago Fragoso encena As benevolentes; Luciano Chirolli se lança a Memórias de Adriano, adaptação do aclamado romance de Marguerite Yourcenar.  Leia mais

Crítica

Em nome de Maria

2.2.2016  |  por Valmir Santos

No Brasil, a montagem de uma peça centrada em passagem da vida da Virgem Maria dificilmente escaparia aos traços barrocos da Igreja Católica, como o ornamento, a exuberância e a compaixão. Não é o que acontece em todas as frentes de O testamento de Maria, direção de Ron Daniels para o monólogo do irlandês Colm Tóibín, interpretado por Denise Weinberg. Leia mais

Crítica

Uma mulher e tudo o que ela não disse ao longo da vida. Em O testamento de Maria, em cartaz no Sesc Pinheiros, Denise Weinberg assume o icônico papel de mãe de Jesus Cristo e o ímpeto de revelar verdades submersas. Leia mais

Crítica

Topografia da dor

25.1.2016  |  por Valmir Santos

O que deveria ser impensável, inimaginável – a mulher como saco de pancadas – ganha feição por meio de estatísticas, relatos, corpos e muita indignidade na performance Para aquelas que não mais estão, uma resposta à violência de gênero, chaga naturalizada na casa, no trabalho, na escola, na rua. Parceria da atriz mexicana Violeta Luna com as brasileiras Stela Fischer e Leticia Olivares, do Coletivo Rubro Obsceno, de São Paulo, o trabalho dá nome e rosto a algumas das milhares de vítimas assassinadas nos últimos anos. Leia mais

Crítica

A fúria do corpo

24.1.2016  |  por Daniel Schenker

O corpo não parece ser fonte de prazer, mas de angústia e dor para os personagens jovens de Cara de fogo, texto do dramaturgo alemão Marius von Mayenburg que ganhou encenação de Georgette Fadel atualmente em cartaz no Teatro III do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). O adolescente Kurt expressa recusa Leia mais

Artigo

Em 1968, o norte-americano Richard Foreman (1937), um dos mais importantes dramaturgos contemporâneos, fundou o Teatro Ontológico-Histérico (Ontological-Hysteric Theater) e pôs em prática as suas ideias sobre o teatro, que, para ele, não deveria ser um espaço de confrontação, de emoção e de ideias, mas sim um local de experiências, ou melhor, de suas próprias experiências mentais. Leia mais