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“dança"

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“dança"

Nota

Reunidos ontem à noite (1º/12) na sede do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, as comissões da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) consolidou os seguintes premiados de 2014 nas expressões cênicas. A cerimônia de entrega será no primeiro trimestre do ano que vem.

Teatro
Grande Prêmio da Crítica: Laura Cardoso
Espetáculo: O homem de la Mancha e Pessoas perfeitas
Diretor: Marco Antonio Pâmio, por Assim é (se lhe parece)
Dramaturgia: Newton Moreno e Alessandro Toller, por O grande circo místico
Ator: Cleto Bacci, por O homem de la Mancha
Atriz: Laila Garin, por Elis, a musical
Prêmio Especial: MITsp (Mostra Internacional de Teatro de São Paulo) Leia mais

Crítica

As quebras de expectativas no encontro dos bailarinos Pichet Klunchun e Jérôme Bel são inversamente proporcionais ao livro infinito dos vocabulários asiático e europeu que eles abrem pacientemente em cena a partir de suas biografias primeiras, o corpo. A via negativa serve a outras singularidades expressivas. Não há o tratamento espetacular em luz, som, espaço e figurinos, mas transparece a presunção de coreografia desse rico material organizado na cabeça do espectador. A impregnação do pensamento pela palavra – fala-se bastante com a mesma qualidade de atenção que um observa a “dança” do outro – intercala escutas e silêncios reveladores da gênese cultural do que vem a ser movimento, ação ou gesto nas composições discursivas e expositivas. Leia mais

Reportagem

Não poderia haver título mais apropriado. Ao chamar sua nova coreografia de Triz, o grupo Corpo põe em evidência as dificuldades que encontrou para construir a obra. Foram muitas. “Cheguei a acreditar que não iria acontecer, que não teríamos nada para apresentar quando chegasse a hora”, conta o coreógrafo Rodrigo Pederneiras. “Foi mesmo por muito pouco, por quase nada, por um triz.” Depois de ser visto em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, o trabalho chega ao Teatro Alfa, em São Paulo no dia 20 de novembro. Leia mais

Reportagem

Ainda que todas as palavras tenham sido usadas, nem tudo foi dito. Ao menos, não de todas as maneiras. O episódio do holocausto já ensejou um sem-número de análises, filmes, livros e peças. Parece ter sido visto por todos os ângulos. Mas algo ali permanece intocado, capaz de instigar novos criadores. “Retomar esses temas revela quanto o ser humano pode tomar rumos absurdos e inusitados”, considera Lee Taylor, diretor do espetáculo Mise en scène: Holoch. “Há alguns anos, o questionamento sobre como se reuniram condições políticas e sociais para que tal acontecimento fosse possível tem sido recorrente, mas obviamente nunca haverá uma resposta satisfatória.” Leia mais