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“Janeiro de Grandes Espetáculos"

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“Janeiro de Grandes Espetáculos"

Biocritica Satisfeita, Yolanda? conta...

Biocritica - Uma questão de conta...

Queridos editores do Teatrojornal,

Foi com um livro de ética nas mãos que esbarramos pela primeira vez. Ivana e Valmir. André Comte-Sponville forneceu a chave de uma amizade, depois multiplicada por outros corpos. Pequeno tratado das grandes virtudes, uma análise das virtudes, de nossos valores. Esse curto farol nos iluminou. Da polidez, passando pela temperança, coragem, justiça, generosidade, compaixão, até chegar ao amor, tudo era possível de ser aprendido, como preparar um bolo ou exercitar uma crítica.

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Crítica

Num palco à penumbra, vestido preto e os braços melados de uma tinta amarela, Matheus Nachtergaele rasga-se em verso. Buscou os versos escritos por sua mãe, Maria Cecília, para fazê-los seus. Diz em primeira pessoa. Conta de loucuras, devaneios e amores. Leia mais

Reportagem

Quando Matheus Nachtergaele está no palco, ele reza uma reza só dele. Mas reza em prece com todos que estão ali, cercando-o de olhares, contemplação e entrega. “O que eu amo no teatro não é um autor ou um gênero. O que me interessa e que eu gosto, desde sempre, nas peças que fiz ou nas que vejo, é a percepção de estarmos rezando sem Deus”, diz o ator. Leia mais

Crítica

Os intercâmbios entre companhias pernambucanas com outros grupos de fora do Estado e do País têm possibilitado a criação de espetáculos de relevantes propostas cênicas, nos últimos anos. A mais recente montagem, primeira estreia do Janeiro de Grandes Espetáculos, é Pangeia, trabalho dos grupos Acaso e Limiar (Galícia) que une dança, música e teatro numa encenação extremamente contemporânea. O espetáculo, que reflete um amadurecimento da companhia pernambucana, foi encenado sábado (17) e domingo (18) no Teatro Hermilo Borba Filho. Leia mais

Crítica

A verdade sobre os fatos pouco importa. O que é fundamental no convencimento do interlocutor é a maneira de como uma história é contada – ou, aliás, bem contada. É dessa perspectiva que parte Maldito coração, me alegra que tu sofras, monólogo da atriz Ida Celina, dirigido por Mauro Soares e encenado nos dias 15 e 16/1 no Teatro Marco Camarotti. A peça, umas das três atrações que marcaram a abertura do Janeiro de Grandes Espetáculos, no Recife, é um apurado exercício de dramaturgia reforçado por uma interpretação precisa e humor de bom gosto, na narrativa de uma amor doloroso e engraçado. Leia mais

Nota

O repórter Gustavo Fioratti informa na Ilustrada de hoje, na Folha, que a curadoria da próxima edição do Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto, de 16 a 17 de julho, será dividida por dois programadores de eventos afins em outros estados: César Augusto, da coordenação do Tempo Festival, no Rio, integrante da Companhia dos Atores, e Paula de Renor, do Janeiro de Grandes Espetáculos, no Recife, e também atriz e produtora. O Teatrojornal apurou que o convite formulado pelo secretário de Cultura, Alexandre Costa, ainda não teve sua negociação consolidada. Leia mais

Crítica

O que as loucuras e os medos de uma pessoa dizem sobre quem ela é? Os delírios de Camille Claudel (1864-1943), escultora francesa, aluna e amante de Auguste Rodin (1840-1917), abandonada pelo mestre e internada pelos parentes em um asilo, são a matéria-prima usada pela atriz Ceronha Pontes para esculpir os contornos da personagem. Leia mais