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“Nelson Rodrigues"

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“Nelson Rodrigues"

Reportagem

Para além da pandemia, conjecturou a atriz e dramaturga, existe uma situação extremamente instável na maneira como os artistas sobrevivem ao longo da história do Brasil. Grace Passô falou durante a mesa virtual que abordou as “Novas teatralidades e estratégias para a existência do teatro”. Afinal, a quem as artes vivas se destinam e quem detém os meios para fazê-las, seguiu problematizando. Ato contínuo, lançou a pergunta-ensaio que pode ser considerada determinante para um balanço do que foi dito e pensado durante o Seminário CPT 2020, realizado nas manhãs dos três primeiros dias de setembro, no marco das atividades de relançamento do Centro de Pesquisa Teatral do Sesc SP. Grace indagou: “Os legados são delegados a quem?”.

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Encontro com Espectadores

O espetáculo Navalha na carne negra alia a dramaturgia de Plínio Marcos (1935-1999) – sua alteridade sociopolítica de largada, sua potência de linguagem a quem se dispõe a ir fundo na teatralidade – com a recente geração de artistas acostumada a trabalhar em coletivos e a bordo da relevante e atual produção do teatro negro ou teatro preto em cidades como Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. Leia mais

Crítica

Máscara expressionista

14.12.2015  |  por Beth Néspoli

A participação do artista cearense Ricardo Guilherme na II Bienal Internacional de Teatro da USP com um trio de solos – Bravíssimo, Flor de obsessão e Ramadança – faz pensar na insistente validade dos versos “o Brazil não conhece o Brasil/o Brasil nunca foi ao Brazil” que abre a canção Querela do Brasil, de Aldir Blanc e Maurício Tapajós, eternizada por Elis Regina Leia mais

Crítica

Em São Paulo

Não é sem dificuldades que procuro fazer uma aproximação crítica com Bravíssimo, espetáculo solo de Ricardo Guilherme apresentado na SP Escola de Teatro na programação da Bienal de Teatro da USP. Assistindo ao espetáculo, tudo me parecia curiosamente anacrônico, o que me provocou algumas sinceras risadas. Leia mais

Crítica

A desordem do tempo

12.12.2015  |  por Beth Néspoli

Pouco antes do início do solo Bravíssimo, apresentado pelo artista cearense Ricardo Guilherme no âmbito da II Bienal Internacional de Teatro da USP, um confronto entre policiais e estudantes secundaristas – que há semanas vêm protestando contra a reorganização da rede estadual de ensino – provocou correria na Praça Roosevelt Leia mais

Crítica

Transfusão rodriguiana

23.8.2014  |  por Valmir Santos

A Cia. Novos Candangos faz uma opção defensável ao levar à cena uma das peças mais difíceis de Nelson Rodrigues, Perdoa-me por me traíres (1957), cruzando-a esteticamente com o filme cult The Rocky Horror picture show (1975). O ritmo frenético do primeiro ato tem tudo a ver com a alta voltagem que o diretor australiano Jim Sharman imprime em sua mistura de musical, comédia e trash movie repleta de tipos estranhos e divertidos. Leia mais

Crítica

O espetáculo Hygiene, do grupo paulista XIX de Teatro, mostra a higienização urbana que avançou no Brasil, obrigando várias famílias a deixar as suas casas. A peça é ambientada no Brasil da virada do século XIX para o XX, época em que o país estava sendo construído numa velocidade acelerada e recebendo diariamente milhares de imigrantes. Formavam-se habitações, também chamados de cortiços. Assim como na obra do escritor Aluísio Azevedo, o grupo parte dessas habitações – nas quais pessoas diferentes convivem sob o mesmo teto – para discutir a formação da identidade brasileira. Estão presentes na trama o samba, o sincretismo religioso, as lutas operárias, entre outras manifestações socioculturais. Leia mais