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“Rudifran Pompeu"

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Artigo

Ditirambo pela vacina

12.3.2021  |  por Valmir Santos

Em junho de 2020, coletivo de artistas independentes associados à Cooperativa Paulista de Teatro (CPT) reuniu personalidades da arte e da cultura, a partir de suas casas e celulares, para compor o curta-metragem Viver é urgente!. Um chamado à consciência crítica sobre as desigualdades sociais e a lógica do capitalismo que torna os efeitos da pandemia ainda mais perversos entre os brasileiros, somados à imoralidade do bolsonarismo e seu culto à morte. Oito meses depois, uma segunda criação, Viver é mais que urgente!, nascida sob o mesmo espírito colaborativo, incorpora médicos infectologistas, pneumologistas e sanitaristas para reafirmar, sem vaticínio, o papel da vacina neste momento da história mundial. No primeiro videoclipe, ela sequer era mencionada e o país ultrapassava 51 mil mortos em consequência do novo coronavírus. Ontem, eram 273 mil óbitos por Covid-19, e apenas 2,3% da população havia tomado a segunda dose. Especialistas estimam um teto de 60% a 70% para começar a controlar o microrganismo SARS-CoV-2 e cortar a transmissão.

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Crítica

O Grupo Redimunho de Investigação Teatral dedicou boa parte dos seus 14 anos a erguer espetáculos em casarões antigos da região central de São Paulo, sempre com um pé no sertão de João Guimarães Rosa. O escrutínio da obra literária e a pesquisa pelo interior mineiro nortearam as encenações realizadas entre cômodos ou quintais, tendo uma delas alcançado o espaço público por excelência, a rua. Leia mais

Encontro com Espectadores

Ao derrubar paredes entre realidade e ficção, o quinto espetáculo do Grupo Redimunho de Investigação Teatral demarca os atuais 14 anos de travessia por casarões e ruas da região central de São Paulo. O espetáculo Siete grande hotel: a sociedade das portas fechadas funde a sede do grupo, espacial e dramaturgicamente falando, com o prédio vizinho onde funcionou o hotel Cambridge (1951-2002), no Vale do Anhangabaú.

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Reportagem

Com um dos seis encontros temáticos agendados para a data de aniversário dos 461 anos da cidade, o Seminário São Paulo – Cena Contemporânea convida “o teatro a pensar a metrópole e a metrópole a pensar o teatro”, nas palavras dos organizadores ligados à Escola Superior de Artes Célia Helena (ESCH). Seu palco do bairro da Liberdade abrigará discussões em torno de produção em dramaturgia, atuação dos críticos, formação de atores, políticas públicas de financiamento, ocupação de espaços alternativos e tensão entre especulação imobiliária e constituição de espaços teatrais. Sempre com entrada franca. Leia mais

Nota

O resultado dos editais de ocupação dos espaços da Funarte em São Paulo tem gerado protestos entre os artistas de dança e teatro. Ao contrário do que aconteceu no Rio e em Brasília, onde os candidatos inscritos foram selecionados, o edital paulista desclassificou todos os concorrentes. “A Funarte, que é a fundação nacional para as artes, está trabalhando contra os artistas”, disse Sandro Borelli, presidente da Cooperativa Paulista de Dança. “Esse edital é esquizofrênico.” Leia mais